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Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Título: “Encontro da Felicidade”: um documentário etnográfico no bairro Esplanada em Juiz de Fora
Autor(es): Moraes, Taís Guimarães Rocha de
Primeiro Orientador: Salvo, Fernanda Ribeiro
Membro da banca: Atã, Pedro
Membro da banca: Magnolo, Talita Souza
Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar as potencialidades e os limites da articulação entre jornalismo e etnografia a partir da produção do documentário intitulado “Encontro da Felicidade”, que busca explorar memórias e histórias de vida no bairro Esplanada, localizado na Zona Norte de Juiz de Fora. A pesquisa fundamenta-se em teorias da antropologia urbana e do documentário, com destaque para as obras de José Magnani (1996), Manuela Cunha (2016), Isabel Travancas(2010), Jean-Louis Comolli (2008), Bill Nichols (2005), Sérgio Puccini (2012) eConsuelo Lins (2004), além de ter buscado grande inspiração no cinema de Eduardo Coutinho. O desejo de filmagem parte de uma experiência da pesquisadora no território em questão, durante a realização do projeto “Colorindo o Habitar”, com a pintura de cerca de 100 fachadas, que formam o maior macromural do Brasil. A partir do encontro com a comunidade, o documentário pretende valorizar a verdade do momento da filmagem, por meio da observação participante e de entrevistas em profundidade. Os resultados indicam que o documentário etnográfico pode ampliar as possibilidades de fazer jornalismo, privilegiando a escuta prolongada e considerando a subjetividade do pesquisador, sem que haja a representação estigmatizada do “outro” e/ou a tentativa de solucionar os conflitos sociais apresentados. Conclui-se, então, que a etnografia se apresenta como metodologia potente para a construção de uma narrativa sensível, ética e afetiva.
Abstract: O presente trabalho tem por objetivo investigar as potencialidades e os limites da articulação entre jornalismo e etnografia a partir da produção do documentário intitulado “Encontro da Felicidade”, que busca explorar memórias e histórias de vida no bairro Esplanada, localizado na Zona Norte de Juiz de Fora. A pesquisa fundamenta-se em teorias da antropologia urbana e do documentário, com destaque para as obras de José Magnani (1996), Manuela Cunha (2016), Isabel Travancas(2010), Jean-Louis Comolli (2008), Bill Nichols (2005), Sérgio Puccini (2012) eConsuelo Lins (2004), além de ter buscado grande inspiração no cinema de Eduardo Coutinho. O desejo de filmagem parte de uma experiência da pesquisadora no território em questão, durante a realização do projeto “Colorindo o Habitar”, com a pintura de cerca de 100 fachadas, que formam o maior macromural do Brasil. A partir do encontro com a comunidade, o documentário pretende valorizar a verdade do momento da filmagem, por meio da observação participante e de entrevistas em profundidade. Os resultados indicam que o documentário etnográfico pode ampliar as possibilidades de fazer jornalismo, privilegiando a escuta prolongada e considerando a subjetividade do pesquisador, sem que haja a representação estigmatizada do “outro” e/ou a tentativa de solucionar os conflitos sociais apresentados. Conclui-se, então, que a etnografia se apresenta como metodologia potente para a construção de uma narrativa sensível, ética e afetiva.
Palavras-chave: Subjetividade
Documentário etnográfico
Eduardo Coutinho
Comunidade
Jornalismo
CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Sigla da Instituição: UFJF
Departamento: Faculdade de Comunicação Social
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
Licenças Creative Commons: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
URI: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/21559
Data do documento: 20-Jan-2026
Aparece nas coleções:Jornalismo - TCC Graduação



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