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dc.contributor.advisor1Guerra, Maximiliano Ribeiro-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5132015160867557pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Nogueira, Mario Círio-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7976748210753943pt_BR
dc.contributor.referee1Passos, Valeria Maria de Azeredo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9029835119231193pt_BR
dc.contributor.referee2Leite, Isabel Cristina Gonçalves-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8328018850582279pt_BR
dc.creatorGrossi, Lívia do Nascimento-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5077468939598550pt_BR
dc.date.accessioned2021-11-25T12:33:16Z-
dc.date.available2021-11-25-
dc.date.available2021-11-25T12:33:16Z-
dc.date.issued2019-03-29-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/13613-
dc.description.abstractIntroduction: Breast cancer is the most common female malignant neoplasm in the world and represents the leading cause of cancer death in women in less developed regions and the second leading cause of cancer death in more developed regions after lung cancer alone. Objective: To evaluate the burden of female breast cancer and the risk attributable to alcohol use in Latin America in 1990 and 2017. Methodology: The standardized rates of mortality, incidence and DALY, in general and according to alcohol use, were analyzed. 20 countries in Latin America. Data were extracted from the Global Disease Burden Study - GBD 2017, from the Institute for Health Metrics and Evaluation - IHME. Results: The highest incidence rates were observed in Uruguay and Cuba in 2017. Most countries showed an increase in incidence when compared to 1990 and 2017. The highest mortality rates and DALY for breast cancer in 2017 were observed in Uruguay, Haiti and Argentina. Only nine countries showed a change in their mortality rates when compared to 1990 and 2017, with a reduction in Brazil (-4.45%), Chile (-16.78%), Colombia (-21.14%) and Uruguay (- 17.22%), and in the Dominican Republic (+ 69.23%), El Salvador (+ 38.72%), Paraguay (+ 33.34%), Ecuador (+ 25.52%) and Mexico + 8.06%). Mortality / incidence ratios for countries ranged from 0.27 to 0.65 in 2017, but all declined when compared to 1990 and 2017. With respect to mortality and DALY for breast cancer attributable to alcohol use in 2017, the highest rates were observed in Argentina. The Sociodemographic Index (SDI) showed growth for all countries studied from 1990 to 2017. Discussion: the percentage increase in incidence for all countries between the years considered may suggest both greater exposure to disease risk factors and improved diagnoses the disease. As a consequence of the increased incidence, Uruguay also had the highest rates of breast cancer mortality in 2017, but presented a reduction in mortality, DALY and mortality ratio by incidence from 1990 to 2017. The high mortality rates and DALY for cancer of breast cancer attributable to alcohol use may be related to the increasing consumption of alcohol by women. The findings suggest that the disease burden increases as the country's level of development increases. Final Considerations: This study allowed a better understanding of the burden of breast cancer and related risk factors in Latin America. The prevention of alcohol-related problems is one of the greatest public health challenges, since alcoholic beverages are rooted in Latin America as part of the festivities, culture and economy of the region. Such findings can serve as an instrument for managers in prioritizing health prevention actions..pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: O câncer de mama é a neoplasia maligna feminina mais frequente no mundo e representa a principal causa de morte por câncer em mulheres em regiões menos desenvolvidas e a segunda causa de morte por câncer em regiões mais desenvolvidas, após apenas o câncer de pulmão. Objetivo: Avaliar a carga do câncer de mama feminino e risco atribuível ao uso de álcool na América Latina em 1990 e 2017. Metodologia: Foram analisadas as taxas padronizadas de mortalidade, incidência e DALY, no geral e segundo o uso de álcool, para os 20 países da América Latina. Os dados foram extraídos do Estudo de Carga Global de Doença – GBD 2017, do Institute for Health Metrics and Evaluation - IHME. Resultados: As maiores taxas de incidência foram observadas no Uruguai e Cuba em 2017. A maioria dos países apresentou aumento da incidência, quando comparados 1990 e 2017. As maiores taxas de mortalidade e DALY por câncer de mama em 2017 foram observadas no Uruguai, Haiti e Argentina. Apenas nove países apresentaram mudança em suas taxas de mortalidade, quando comparados 1990 e 2017, com redução no Brasil (-4,45%), Chile (-16,78%), Colombia (-21,14%) e Uruguai (-17,22%) e aumento na Rep. Dominicana (+69,23%), El Salvador (+38,72%), Paraguai (+33,34%), Equador (+25,52%), e México (+8,06%). As razões mortalidade/incidência dos países variaram de 0,27 a 0,65 em 2017, mas todos apresentaram redução quando comparados aos anos de 1990 e 2017. Com relação à mortalidade e DALY por câncer de mama atribuível ao uso de álcool em 2017, as maiores taxas foram observadas na Argentina. O Índice Sociodemográfico (SDI) apresentou crescimento para todos os países estudados de 1990 para 2017. Discussão: o aumento percentual da incidência para todos os países entre os anos considerados podem sugerir tanto maior exposição aos fatores de risco da doença quanto a melhoria da capacidade de diagnosticar a doença. Em consequência do aumento da incidência, o Uruguai também apresentou as maiores taxas de mortalidade por câncer de mama em 2017, mas apresentou redução da mortalidade, DALY e da razão mortalidade por incidência de 1990 para 2017. As altas taxas de mortalidade e DALY por câncer de mama atribuível ao uso de álcool podem estar relacionadas ao crescente consumo do álcool pelas mulheres. Os achados sugerem que a carga da doença aumenta na medida em que aumenta o nível de desenvolvimento do país. Considerações Finais: Este trabalho possibilitou maior entendimento sobre a carga do câncer de mama e fatores de risco relacionados na América Latina. A prevenção dos problemas relacionados ao álcool é um dos maiores desafios da saúde pública, visto que o uso de bebidas alcoólicas está enraizado na América Latina, fazendo parte das festividades, da cultura e da economia da região. Tais achados podem servir como instrumento para os gestores na priorização das ações de prevenção em saúde.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicinapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Saúde Coletivapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectCâncer de mamapt_BR
dc.subjectEstudo da carga global da doençapt_BR
dc.subjectEstimativas de saúdept_BR
dc.subjectBreast cancerpt_BR
dc.subjectGlobal burden of disease studypt_BR
dc.subjectHealth estimatespt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINApt_BR
dc.titleCarga do câncer de mama feminino e risco atribuível ao uso de álcool na América Latina, 1990 e 2017pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Saúde Coletiva (Dissertações)



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