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DC FieldValueLanguage
dc.creatorDreher, Luis Henrique-
dc.creatorSilva, Vitor Gomes da-
dc.creatorSilva, Barbara Assis Vianna da-
dc.creatorOliveira, Davison Schaeffer de-
dc.creatorPaula, Maryanna de Araújo-
dc.creatorFerigate, Anderson Azevedo-
dc.date.accessioned2019-04-10T17:55:17Z-
dc.date.available2019-03-14-
dc.date.available2019-04-10T17:55:17Z-
dc.date.issued2008-
dc.citation.issueXIVpt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/9657-
dc.description.abstract-pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo intenta apresentar os principais aspectos do idealismo religioso de Schleiermacher, tendo como ponto de apoio o segundo discurso de sua obra "Sobre a Religião", onde o autor questiona-se sobre a essência da religião. Segundo Schleiermacher, a essência da religião é a intuição e o sentimento. A religião aspira a intuir o universo na forma do sentimento do infinito. Dessa forma, garante-se a autonomia da religião frente à filosofia (metafísica) e à moral. Para Schleiermacher, a religião não aspira a conhecer o universo na sua natureza, como faz a metafísica. Tampouco aspira a continuar o desenvolvimento do universo e aperfeiçoá-lo mediante a liberdade e a vontade do homem, como faz a moral. A filosofia e a moral, do universo, não vêem senão o homem; a religião no homem, como em todas as outras coisas particulares e finitas, não vê senão o infinito. Resolver o finito no infinito, considerar todos os acontecimentos do mundo como ações de Deus, isso é religião. Porém, buscar provas da existência de Deus, como um dado anterior e exterior ao mundo, é deixar de lado justamente o elemento essencial da religião. Aliás, o infinito pode-se revelar apenas através do sentimento. Todas as religiões apontam para o que está fora e acima da humanidade, para um elemento incompreensível e inexprimível. "Milagre" e "revelação" são os nomes que as religiões dão àquilo que, fora da religião, se chamam de "fatos". Do ponto de vista da religião, tudo é milagre e revelação. Por isso, Scleiermacher combate a noção vulgar de milagre e o princípio de que "sem Deus não há religião". Todas as intuições do infinito implicam já religião, independentemente da intuição de Deus, particular a determinadas religiões.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.relation.ispartofXIV Seminário de Iniciação Científica / IV Seminário de Iniciação Científica Jrpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject-pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.titleLiberdade e religião no idealismo alemão: Schelling e Schleiermacherpt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
Appears in Collections:Seminário de Iniciação Científica



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