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Promoção de vínculo afetivo na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.pdf167.2 kBAdobe PDFThumbnail
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dc.creatorConz, Claudete Aparecida-
dc.creatorMerighi, Miriam Aparecida Barbosa-
dc.creatorJesus, Maria Cristina Pinto de-
dc.date.accessioned2019-01-25T12:28:22Z-
dc.date.available2019-01-22-
dc.date.available2019-01-25T12:28:22Z-
dc.date.issued2009-12-
dc.citation.volume43pt_BR
dc.citation.issue4pt_BR
dc.citation.spage849pt_BR
dc.citation.epage855pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342009000400016pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/8665-
dc.description.abstractLas observaciones de lo cotidiano en la Unidad de Terapia Intensiva Neonatal (UTIn), las reflexiones sobre la dicotomía entre la teoría, el discurso y el modo de actuación de muchos enfermeros junto a los padres de los recién nacidos, nos suscitaron inquietudes que nos llevaron a desarrollar este estudio, con los objetivos de conocer la vivencia de la enfermera en el cuidado al recién nascido y a sus padres en la UTIn y comprender como las enfermeras experimentan el proceso de vínculo afectivo entre recién nascidos internados en UTIn y sus padres. Realizamos la investigación de acuerdo con el abordaje de la fenomenología social de Alfred Schütz. Los sujetos del estudio fueron ocho enfermeras asistenciales, con experiencias en UTIn de hospitales públicos y privados. Entre las categorías concretas de lo vivido, que emergieron de los discursos, destacamos el Contacto Humano. Los resultados del análisis mostraron que las enfermeras se perciben como un elemento de aproximación entre hijos y padres y creen que ejercen un papel importante en la formación de un vínculo afectivo entre ellos.pt_BR
dc.description.resumoAs observações do cotidiano na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIn), as reflexões sobre a dicotomia entre a teoria, o discurso e o modo de atuação de muitos enfermeiros junto aos pais dos recém-nascidos, suscitaram-nos inquietações que nos levaram a desenvolver este estudo, com os objetivos de conhecer a vivência da enfermeira no cuidado ao recém-nascido e aos seus pais na UTIn e compreender como as enfermeiras vivenciam o processo de vínculo afetivo entre recém-nascidos internados em UTIn e seus pais. Realizamos a pesquisa de acordo com a abordagem da fenomenologia social de Alfred Schütz. Os sujeitos do estudo foram oito enfermeiras assistenciais, com experiências em UTIn de hospitais públicos e privados. Dentre as categorias concretas do vivido, que emergiram dos discursos, destacamos o Contato Humano. Os resultados da análise mostraram que as enfermeiras percebem-se como elo de aproximação entre filhos e pais e acreditam que exercem papel importante na formação de vínculo afetivo entre eles.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisher-pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initials-pt_BR
dc.relation.ispartofRevista da Escola de Enfermagem da USPpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRecém-nascidopt_BR
dc.subjectCuidados de enfermagempt_BR
dc.subjectUnidade de Terapia Intensiva Neonatalpt_BR
dc.subjectRelações profissional-famíliapt_BR
dc.subjectRecién nacidopt_BR
dc.subjectAtención de enfermeríapt_BR
dc.subjectUnidad de Cuidado Intensivo Neonatalpt_BR
dc.subjectRelaciones profesional-familiapt_BR
dc.subject.cnpq-pt_BR
dc.titlePromoção de vínculo afetivo na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: um desafio para as enfermeiraspt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
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