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dc.creatorPaula, Patrícia Aparecida Baumgratz de-
dc.creatorSouza, Auta Iselina Stephan-
dc.creatorVieira, Rita de Cássia Padula Alves-
dc.creatorAlves, Therezinha Noemides Pires-
dc.date.accessioned2019-01-22T10:32:54Z-
dc.date.available2019-01-18-
dc.date.available2019-01-22T10:32:54Z-
dc.date.issued2011-
dc.citation.volume16pt_BR
dc.citation.issue5pt_BR
dc.citation.spage2623pt_BR
dc.citation.epage2633pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232011000500032pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/8602-
dc.description.abstractThis article discusses the question of access to medication as a social right, investigating how users registered in the Hiperdia program perceive their access to medication. To achieve this, the process of "medicalization" experienced by Brazilian society today was assessed, highlighting the influence that this process has on access to medication, prejudicing the achievement of universal and equalitarian access. Using a technique recommended by qualitative research, focal groups with Hiperdia users in the basic health service of Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil, were set up. The survey emphasizes the perception that these users have with respect to their rights related to essential medication. In this process, their beliefs, knowledge, attitudes, difficulties, fears, doubts and anxieties concerning the use of essential medication are investigated, as well as their viewpoints on the disease(s) they suffer from. Among the results obtained, it was revealed that the majority of the users of basic health units do not consider that they have rights and that access to medication as a constitutionally-assured social right is far from being implemented in the Brazilian public health service today.pt_BR
dc.description.resumoO presente artigo discute a questão do acesso aos medicamentos como direito social, a partir da investigação de como o usuário do Hiperdia percebe seu acesso aos medicamentos. Para tanto, aborda o processo de medicalização vivenciado pela sociedade brasileira contemporânea, ressaltando a influência que esse processo exerce sobre o acesso aos medicamentos, comprometendo a concretização do acesso universal e igualitário. Utilizando técnica preconizada pela pesquisa qualitativa, foram realizados grupos focais com os usuários do Hiperdia nas unidades básicas de saúde de Juiz de Fora, Minas Gerais. O estudo enfatiza a percepção que esses usuários têm de seus direitos em relação ao acesso aos medicamentos essenciais. Nesse processo, investigam-se suas crenças, saberes, atitudes, dificuldades, medos, dúvidas, anseios com relação ao uso dos medicamentos essenciais, bem como a visão sobre a(s) doença(s) que os acomete(m). Entre os resultados alcançados, evidenciou-se que a maioria dos usuários das unidades básicas de saúde não se considera portador de direitos e que o acesso aos medicamentos como direito social garantido constitucionalmente está longe de ser efetivado no cotidiano do serviço público de saúde brasileiro.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisher-pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initials-pt_BR
dc.relation.ispartofCiência & Saúde Coletivapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectUso de medicamentospt_BR
dc.subjectAcessopt_BR
dc.subjectUnidades básicaspt_BR
dc.subjectSistemas de saúdept_BR
dc.subjectDireito à saúdept_BR
dc.subjectMedication usept_BR
dc.subjectAccesspt_BR
dc.subjectBasic servicespt_BR
dc.subjectHealth systempt_BR
dc.subjectRight to healthpt_BR
dc.subject.cnpq-pt_BR
dc.titleO uso do medicamento na percepção do usuário do Programa Hiperdiapt_BR
dc.title.alternativeThe use of medication in the perception of users Hiperdia Programpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
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