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dc.contributor.advisor1Cohen, Sara-
dc.contributor.referee1Oliveira, Liduino José Pitombeira de-
dc.contributor.referee2Barreneche, Lúcia-
dc.creatorRibeiro, Nariá Assis-
dc.description.abstractAllen Winold's and Howard Smither’s concepts of unusual metric structure with obscured pulse and nonmetrical rhythm with free accentuation and absence of perceptible beat are attempts to characterize and reflect on new methods of structuring durations that emerge from intense musical experimentation in the twentieth-century. This research aims to improve knowledge of the absence of pulse sensation in music, or nonpulsed rhythm; as well as to explore which performers’ decisions enunciate or not pulse sensation for the listener; and finally to identify whether the attempt to build the nonpulsed rhythm in some twentiethcentury works is linked to a specific aesthetic movement. The first stage of the research consisted of revising the definitions of fundamental terms to approach pulse: pulse, beat, accent, metric and rhythm; using as theoretical basis the theories of Cooper and Meyer, Simha Arom, Joel Lester, Lerdahl and Jackendoff. In the second stage we tried to expand the discussion that Winold and Smither did about nonpulsed rhythm, selecting music theory researchers such as Bryan Simms and Leon Dallin; and composers who thought of new conceptions of rhythm and metric structure in twentieth-century music, such as John Cage and Pierre Boulez. In the third stage, two musical analysis were performed focusing on the interaction between the concept of nonpulsed rhythm, musical listening and performance of notated music.pt_BR
dc.description.resumoOs conceitos de métrica incomum com pulso obscuro de Allen Winold e o ritmo não-métrico com acentuações livres e ausência de beat perceptível de Howard Smither são tentativas de caracterizar e refletir sobre as novas formas de estruturar as durações, que surgem com a intensa experimentação musical no século XX. Esta pesquisa visa a aprofundar o conhecimento sobre a ausência de sensação de pulsação em música, ou o ritmo não-pulsante; a explorar quais decisões na interpretação de uma obra musical evidenciam ou não a sensação de pulsação para o ouvinte; e a identificar se a tentativa de construir o ritmo não-pulsante em algumas obras do século XX está ligada a algum movimento estético específico. A primeira etapa da pesquisa consistiu em revisar as definições de termos fundamentais para abordar a pulsação: pulso, beat, acento, métrica e ritmo; utilizando como base teórica os trabalhos de Cooper e Meyer, Simha Arom, Joel Lester, Lerdahl e Jackendoff. Na segunda etapa buscou-se ampliar a discussão que Winold e Smither fizeram sobre o ritmo não-pulsante, selecionando pesquisadores da teoria da música, como Bryan Simms e Leon Dallin; e compositores que pensaram em novas concepções de ritmo e sentido métrico na música do século XX, como John Cage e Pierre Boulez. Na terceira etapa foram realizadas duas análises musicais com foco na interação entre o conceito de ritmo não-pulsante, a escuta e a interpretação a partir da notação musical.pt_BR
dc.description.sponsorshipPROQUALI (UFJF)pt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio De Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleRitmo não-pulsante: ausência de sensação de pulsação no repertório do século XXpt_BR
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