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dc.contributor.advisor1Martinez, Daniel Godoy-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3612223055224485pt_BR
dc.contributor.referee1Rettore, João Vitor Paes-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4883106725637514pt_BR
dc.contributor.referee2Martins, Marcos Vidal-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4685920093225964pt_BR
dc.contributor.referee3Laterza, Mateus Camaroti-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1293412832671580pt_BR
dc.creatorLima, Clarissa Cassimiro Cedrola-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0310273054289019pt_BR
dc.date.accessioned2026-10-20T11:38:45Z-
dc.date.available2026-10-20-
dc.date.available2026-10-20T11:38:45Z-
dc.date.issued2026-08-20-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/21517-
dc.description.abstractAging is associated with progressive impairment of endothelial function, whereas aerobic training relates to its preservation. Acute carbohydrate ingestion transiently perturbs vascular function, a phenomenon documented predominantly by ultrasoundassessed flow-mediated dilation and scarcely investigated by venous occlusion plethysmography, particularly using maltodextrin as substrate. The aim of this study was to compare the forearm vascular response, assessed by blood flow and vascular conductance, and the glycemic response to acute maltodextrin ingestion between recreational runners and sedentary men over 50 years of age. This was a crosssectional study with a single experimental visit, in which 24 men were evaluated, allocated into recreational runners (n = 16; 58.06 ± 5.38 years) and sedentary men (n = 8; 63.37 ± 4.95 years). Participants ingested 1 g/kg of maltodextrin diluted in 250 mL of water. Forearm blood flow was measured by venous occlusion plethysmography, using a mercury-filled silastic tube connected to a low-pressure transducer, at baseline and at peak reactive hyperemia induced by five minutes of suprasystolic occlusion, at baseline and 30 and 60 minutes after ingestion. Vascular conductance was obtained by normalizing flow to mean arterial pressure. Capillary glucose was determined at the same time points. Data were analyzed by repeatedmeasures analysis of variance, adopting p ≤ 0.05. Vascular conductance at peak reactive hyperemia was higher in runners (p = 0.043; η2p = 0.173; power = 0.536), with a difference of 5.03 mL·(100 mL)-1·min-1·mmHg-1 (95%CI 0.17 to 9.89). Baseline blood flow (p = 0.746), baseline conductance (p = 0.623), peak flow (p = 0.058) and the response to the reactive hyperemia maneuver (p = 0.051) did not reach the adopted significance criterion. Maltodextrin ingestion significantly and sustainedly increased blood glucose (p < 0.001), with no difference between groups (p = 0.160) and without altering vascular variables in either group. Mean arterial pressure showed a transient reduction at 30 minutes (p = 0.010), reverted at 60 minutes. It is concluded that recreational runners over 50 years of age exhibit higher vascular conductance at peak reactive hyperemia than sedentary men of the same age range, and that acute maltodextrin ingestion did not impair the forearm vasodilatory capacity in either group over 60 minutes. The difference between groups emerged only in the perfusion-pressure-corrected metric, and not in absolute flow measures.pt_BR
dc.description.resumoO envelhecimento associa-se ao comprometimento progressivo da função endotelial, ao passo que o treinamento aeróbico relaciona-se à sua preservação. A ingestão aguda de carboidrato perturba transitoriamente a função vascular, fenômeno documentado predominantemente pela dilatação mediada por fluxo avaliada por ultrassonografia e pouco investigado por pletismografia de oclusão venosa, sobretudo com maltodextrina como substrato. O objetivo deste estudo foi comparar a resposta vascular do antebraço, avaliada pelo fluxo sanguíneo e pela condutância vascular, e a resposta glicêmica à ingestão aguda de maltodextrina entre corredores recreativos e homens sedentários acima dos 50 anos. Trata-se de estudo transversal, com visita experimental única, no qual foram avaliados 24 homens, distribuídos em corredores recreativos (n = 16; 58,06 ± 5,38 anos) e sedentários (n = 8; 63,37 ± 4,95 anos). Os participantes ingeriram 1 g/kg de maltodextrina diluída em 250 mL de água. O fluxo sanguíneo do antebraço foi mensurado por pletismografia de oclusão venosa, com tubo de silástico preenchido com mercúrio conectado a transdutor de baixa pressão, em condição basal e no pico da hiperemia reativa, induzida por cinco minutos de oclusão suprassistólica, nos momentos basal, 30 e 60 minutos após a ingestão. A condutância vascular foi obtida pela normalização do fluxo pela pressão arterial média. A glicemia capilar foi determinada nos mesmos momentos. Os dados foram analisados por análise de variância de medidas repetidas, adotando-se p ≤ 0,05. A condutância vascular no pico da hiperemia reativa foi superior nos corredores (p = 0,043; η2p = 0,173; potência = 0,536), com diferença de 5,03 mL·(100 mL)-1·min-1·mmHg-1 (IC95% 0,17 a 9,89). O fluxo sanguíneo basal (p = 0,746), a condutância basal (p = 0,623), o fluxo pico (p = 0,058) e a resposta à manobra de hiperemia reativa (p = 0,051) não atingiram o critério de significância adotado. A ingestão de maltodextrina elevou a glicemia de forma significativa e sustentada (p < 0,001), sem diferença entre os grupos (p = 0,160) e sem alterar as variáveis vasculares em qualquer dos grupos. A pressão arterial média apresentou redução transitória aos 30 minutos (p = 0,010), sendo revertida aos 60 minutos. Conclui-se que corredores recreativos acima dos 50 anos apresentam maior condutância vascular no pico da hiperemia reativa do que sedentários da mesma faixa etária, e que a ingestão aguda de maltodextrina não comprometeu a capacidade vasodilatadora do antebraço em nenhum dos grupos ao longo de 60 minutos. A diferença entre os grupos manifestou-se apenas na métrica corrigida pela pressão de perfusão, e não nas medidas de fluxo absoluto.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educação Físicapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educação Físicapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEndotélio vascularpt_BR
dc.subjectExercício físicopt_BR
dc.subjectPletismografiapt_BR
dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
dc.subjectCarboidratos da dietapt_BR
dc.subjectEndotheliumpt_BR
dc.subjectVascularpt_BR
dc.subjectExercisept_BR
dc.subjectPlethysmographypt_BR
dc.subjectAgingpt_BR
dc.subjectDietary carbohydratespt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApt_BR
dc.titleComparação da resposta vascular e glicêmica à ingestão aguda de maltodextrina entre homens corredores e sedentários de meia idade e idosospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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