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dc.contributor.advisor1Martinez, Daniel Godoy-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3612223055224485pt_BR
dc.contributor.referee1Pereira, Natália Portela-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2008141139123768pt_BR
dc.contributor.referee2Pace, Fäbio Heleno de Lima-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4263448906046534pt_BR
dc.creatorGermano, Rafael Ribeiro-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6112138243366211pt_BR
dc.date.accessioned2024-01-24T12:12:11Z-
dc.date.available2024-01-24-
dc.date.available2024-01-24T12:12:11Z-
dc.date.issued2023-12-07-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/16538-
dc.description.abstractIn patients with hepatic cirrhosis, there is an exacerbation of peripheral endothelial function, leading to a marked production of NO and exaggerated peripheral vasodilation. Evidence suggests that isometric palmar grip exercise can induce either vasodilatory or vasoconstrictor responses. The study aimed to assess the effect of a session of isometric palmar grip exercise on muscle blood flow (MBF) at rest and in the response to reactive hyperemia in patients with hepatic cirrhosis. Fourteen hepatic cirrhosis patients, comprising 12 men and 2 women in Child A category, were recruited. MBF was evaluated using venous occlusion plethysmography, and blood pressure was measured in the dominant arm with the Dixtal 2022 multiparametric monitor, both at rest and during isometric exercise. Forearm vascular conductance (FVC) was calculated by dividing MBF by mean arterial pressure, multiplied by 100, and reported in units. The results indicated that MBF and FVC were similar both at rest pre- and post-isometric exercise session (3.46±1.43 vs. 2.94±2.03 ml/min/100ml, p=0.148, and 3.71±1.45 vs. 3.11±2.04 units, p=0.184, respectively).Analyzing the response to reactive hyperemia, a similar increase in MBF from rest to reactive hyperemia was observed both pre- and post-isometric exercise session (pre-session: 3.46±1.43 vs. 16.1±9.55 vs. post-session: 2.94±2.03 vs. 14.4±12.5 ml/min/100ml, respectively; time effect: p<0.001; session effect: p=0.530, and interaction effect: p=0.694).In conclusion, the isometric exercise session did not alter MBF at rest, and it had no impact on the response to reactive hyperemia in patients with hepatic cirrhosis.pt_BR
dc.description.resumoEm pacientes com cirrose hepática é observado exacerbação da função endotelial periférica resultando em acentuada produção de NO e exagerada vasodilatação periférica. Existe evidência de que o exercício isométrico de preensão palmar provoca resposta vasodilatadora ou vasoconstritora. O objetivo do estudo foi avaliar o efeito de uma sessão de exercício isométrico de preensão palmar no fluxo sanguíneo muscular (FSM) em repouso e na resposta a hiperemia reativa em pacientes com cirrose hepática. Foram recrutados 14 pacientes com cirrose hepática, 12 homens e 2 mulheres Child A. O FSM foi avaliado pela técnica de pletismografia de oclusão venosa. A pressão arterial foi mensurada no braço dominante pelo monitor multiparamétrico Dixtal 2022 em repouso e durante sessão de exercício isométrico. A condutância vascular do antebraço (CVA) foi calculada pelo FSM dividido pela pressão arterial média multiplicado por 100 e reportado em unidades. O FSM foi avaliado em repouso e na resposta à hiperemia reativa provocada por 5 minutos de oclusão circulatória (200mmHg) antes e após sessão de exercício físico isométrico. Para o teste de contração voluntária máxima e protocolo de exercício isométrico foi utilizado o dinamômetro eletrônico de preensão manual, modelo EMG®. A sessão de exercício físico consistiu em 4 séries de contração isométrica de 2minutos a 30% da contração voluntária máxima alternado por 2 minutos de descanso. O FSM e a CVA foram semelhantes em repouso pré e pós sessão de exercício isométrico (3,46±1,43 vs. 2,94±2,03 ml/min/100ml, p=0,148 e 3,71±1,45 vs. 3,11±2,04 unidades p= 0,184, respectivamente). O FSM aumentou de forma semelhante do repouso para a hiperemia reativa tanto pré como pós sessão de exercício físico isométrico (pré sessão: 3,46±1,43vs.16,1±9,55 vs. pós sessão: 2,94±2,03 vs. 14,4 ± 12,5ml/min/100ml, respectivamente, efeito tempo: p<0,001; efeito sessão: p=0,530 e efeito interação: p=0,694). Conclui-se que a sessão de exercício físico isométrico não alterou o FSM em repouso, bem como não alterou a sua resposta à hiperemia reativa em pacientes com cirrose hepática.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educação Físicapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educação Físicapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectCirrose hepáticapt_BR
dc.subjectEndotéliopt_BR
dc.subjectExercício isométricopt_BR
dc.subjectHepatic cirrhosispt_BR
dc.subjectEndotheliumpt_BR
dc.subjectIsometric exercisept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApt_BR
dc.titleEfeito de uma sessão de exercício resistido isométrico na reatividade vascular de pessoas com cirrose hepáticapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Educação Física (Dissertações)



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