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dc.contributor.advisor1Menezes, Maria Lúcia Pires-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.contributor.advisor-co1Rodrigues, Marcelo Carmo-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.contributor.referee1Batella, Wagner Barbosa-
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Joseli Maria-
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dc.contributor.referee3Lima, Elias Lopes de-
dc.contributor.referee3Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.contributor.referee4Lindo, Paula Vanessa de Faria-
dc.contributor.referee4Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.creatorSilva, Jéssica Lana de Souza da-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.date.accessioned2023-09-15T15:48:49Z-
dc.date.available2023-09-15-
dc.date.available2023-09-15T15:48:49Z-
dc.date.issued2022-08-10-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/15899-
dc.description.abstract*pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho se desenvolve no sentido de compreender como a heteronormatividade se articula para dominar as normas das identidades sexuais e de gênero e como isso influencia nas relações espaciais do sujeito. Acreditamos que a esta temática deve ser dispensada muita atenção frente ao contexto político atual que se esforça para trazer à tona cada vez mais discursos pautados no modelo desejável de família e numa perspectiva biologicista determinista. Para tanto, realizamos uma busca histórica no que se refere aos interesses e contribuições do “dispositivo de controle das sexualidades”, como denominou Michel Foucault, e no que se refere às estruturas elaboradas tanto pela saúde pública quanto pelo sistema de leis, que contribuem para silenciar e invisibilizar indivíduos LGBTQIA+. Se buscarmos historicamente as mudanças que a prescrição da heterossexualidade sofreu para se adequar aos modelos sociais, identificaremos pelo menos dois momentos diferentes, a saber: um primeiro, que ocorreu entre o século XIX e XX, quando a homossexualidade era dada como patologia e crime e um segundo, em meados do século XX, quando o esforço não era mais o de tornar as pessoas heterossexuais, mas sim fazer com que os homossexuais seguissem o modelo de vida ditado pelos heterossexuais. Neste sentido, propomos uma pesquisa que teve em seu capítulo inicial uma revisão bibliográfica voltada para a repressão do sexo e das sexualidades e seus respectivos dispositivos de controle. Em subcapítulos posteriores, apresentamos compreensões sobre como esse movimento de repressão é vivenciado por sujeitos LGBTQIA+ que residem na cidade de Juiz de Fora- MG. Foi a partir de relatos de vivência coletados em dez entrevistas, sendo elas semiestruturadas e não estruturadas, que buscamos responder nossos principais questionamentos, sendo eles: (i) como fazer uma leitura geográfica das relações de gênero e sexualidade na cidade?; e (ii) há lugar na cidade para a subversão dos corpos que fogem à heteronormatividade? Em capítulos subsequentes, conceituamos o espaço público, sua funcionalidade, o uso dos espaços privados de uso coletivo e as interfaces de LGBTQIfobia nesses locais. Nos capítulos finais, nos propomos a tentar acessar uma parcela da população juiz-forana a partir do lançamento de um questionário produzido no aplicativo Google Forms e divulgado em redes sociais como Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger. Ao todo tivemos duzentas e treze respostas, as quais, por sua vez, foram devidamente analisadas e espacializadas no trabalho. Diante desse entendimento, acreditamos que trabalhos que se dedicam a conhecer e ressaltar tais pautas desvelam especificidades e descortinam realidades que somente a incursão e a busca pela aproximação e pelos sentidos dados a vivência dos sujeitos LGBTQIA+ são capazes de mostrar. Do ponto de vista geográfico, a problemática apresentada se justifica, sobretudo, pela necessidade de se ampliar o número de trabalhos e publicações com olhar científico voltado para essas vivências. É preciso que a Geografia “saia do armário” e se dedique ao conhecimento da LGBTQIfobia enquanto conflito urbano.pt_BR
dc.description.sponsorshipPROQUALI (UFJF)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICH – Instituto de Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Geografiapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectHeteronormatividadept_BR
dc.subjectLGBTQIfobiapt_BR
dc.subjectCidadept_BR
dc.subjectEspaço públicopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIApt_BR
dc.titleCidade pra quem? Reflexões sobre o espaço urbano e a LGBTQIfobia no contexto juiz-foranopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Geografia (Dissertações)



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