Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/14985
Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción Tamaño Formato  
analuizabrinatimedina.pdf599.81 kBAdobe PDFVista previa
Visualizar/Abrir
Registro completo de metadatos
Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisor1Oliveira, Thiago Almeida de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4801091821676702pt_BR
dc.contributor.referee1Brandão, Ellen Cristina Rodrigues-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3188104106820567pt_BR
dc.contributor.referee2Tangerino, Davi de Paiva Costa-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7136590305836808pt_BR
dc.creatorMedina, Ana Luiza Brinati-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6182953685947847pt_BR
dc.date.accessioned2023-01-25T14:21:00Z-
dc.date.available2022-12-13-
dc.date.available2023-01-25T14:21:00Z-
dc.date.issued2022-02-15-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/14985-
dc.description.abstractLa presente investigación tiene como punto de partida el examen de los impactos causados por la pandemia de COVID-19 en el sistema penitenciario brasileño, especialmente en lo que se refiere a la falta de garantías del derecho a la salud de los presos, previsto en la Ley de Ejecución Penal, en su artículo 41, inciso VII, así como en los arts. 11, inciso II, y 14. El objetivo de este trabajo será demostrar cuánto se intensificó, durante el contexto epidemiológico aún vivido, lo que ya se reconocía como un “estado de cosas inconstitucional”, precisamente por la marginación y cosificación de las personas que cumplen pena privativa de libertad, para que estos se ubican en el último plan en cuanto a las prioridades de cuidado y preservación de la salud, así como otros derechos. Cabe mencionar que este proceso se ha estructurado desde hace muchos años, incluso antes de la pandemia, sin embargo, se ha fortalecido en estos contextos, precisamente por una perspectiva estatal de doble castigo -por la pena y los males sociales de estar dentro de la prisión brasileña. Finalmente, se buscarán posibles soluciones, a partir de análisis comparativos con países latinoamericanos como Chile, Argentina e incluso Colombia, para la situación que se vive actualmente en el ambiente intramuros brasileño, teniendo como punto de partida la percepción de que ninguno de los países debe ser considerados un modelo de encarcelamiento, pero que, durante la pandemia, trajeron perspectivas interesantes para su control. Así, comparativamente, el objetivo será demostrar cómo podría ser el sistema penitenciario en la actualidad, si se hubieran adoptado medidas de combate al COVID-19 al interior de los centros penitenciarios, pensando incluso en futuras condiciones de adecuación y desarrollo de políticas públicas, ante el posible surgimiento de nuevas variantes y epidemias. La metodología utilizada en este trabajo será cuantitativa empírica. El examen se basará en datos cualitativos y cuantitativos proporcionados por organismos oficiales, como el Consejo Nacional de Justicia y la Defensoría Pública, y extraoficiales, así como información e informes presentados por personas que cumplen pena privativa de libertad durante la pandemia, obtenido a través del trabajo realizado por otros estudiosos de la criminología. El marco teórico para adoptar será el del profesor Eugenio Raúl Zaffaroni, en "En busca de las sentencias perdidas: la pérdida de legitimidad del sistema penal", que, aunque escrito hace tantos años, aún tiene un encaje exacto en las experiencias actuales del sistema penal albacea brasileño.pt_BR
dc.description.resumoA presente pesquisa tem como ponto de partida o exame dos impactos causados pela pandemia COVID-19 no sistema carcerário brasileiro, especialmente no que diz respeito à falta de garantias do direito à saúde de presos, previsto na Lei de Execução Penal, em seu art. 41, inciso VII, bem como nos arts. 11, inciso II, e 14. O objetivo deste trabalho será demonstrar o quanto se intensificou, durante o contexto epidemiológico ainda vivido, o que já fora reconhecido como um “estado de coisas inconstitucional”, justamente pela marginalização e reificação das pessoas em cumprimento de pena privativa de liberdade, de modo que são essas colocadas em último plano no que diz respeito às prioridades de cuidado e preservação da saúde, bem como de outros direitos. Vale dizer que esse processo já se estrutura há muitos anos, antes mesmo da pandemia, fortalecendo-se, todavia, nesses contextos, justamente por uma perspectiva estatal de dupla punição – pela pena e pelas mazelas sociais de se estar dentro do cárcere brasileiro. Finalmente, buscar-se-ão possíveis soluções, pautadas em análises comparativas com países latino-americanos como o Chile, a Argentina e até mesmo a Colômbia, para a situação atualmente vivenciada no ambiente intramuros brasileiro, tendo-se como ponto de partida a percepção de que nenhum dos países deve ser considerado modelo de encarceramento, mas que, durante a pandemia, trouxeram interessantes perspectivas para seu controle. Assim, comparativamente, o objetivo será o de demonstrar como poderia estar o sistema carcerário, atualmente, caso tivessem sido adotadas medidas de enfrentamento à COVID-19 dentro de penitenciárias, pensando-se, inclusive, em condições futuras de adaptação e desenvolvimento de políticas públicas, haja vista os possíveis surgimentos de novas variantes e novas epidemias. A metodologia utilizada neste trabalho será a empírica quantitativa. O exame se pautará em dados qualitativos e quantitativos fornecidos por órgãos oficiais, como o Conselho Nacional de Justiça e a Defensoria Pública, e extraoficiais, bem como em informações e relatos apresentados por pessoas em cumprimento de pena privativa de liberdade durante a pandemia, obtidos através de trabalhos realizados por outros estudiosos da criminologia. O marco teórico a ser adotado será o professor Eugenio Raúl Zaffaroni, em “Em busca das penas perdidas: a perda de legitimidade do sistema penal”, que, embora escrito há tantos anos, possui, ainda, um encaixe exato nas vivências atuais do sistema executório brasileiro.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Direitopt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectPandemia COVID-19pt_BR
dc.subjectLei de Execução Penalpt_BR
dc.subjectSistema carcerário brasileiropt_BR
dc.subjectViolações a direitos fundamentaispt_BR
dc.subjectDireito à saúdept_BR
dc.subjectPandemia de COVID-19pt_BR
dc.subjectLey de Ejecuciones Penalespt_BR
dc.subjectSistema penitenciario brasileñopt_BR
dc.subjectViolaciones de los derechos fundamentalespt_BR
dc.subjectDerecho a la saludpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
dc.titleCOVID-19 e o direito à saúde previsto na Lei de Execução Penal: violações a direitos fundamentais de presos no sistema carcerário brasileiro durante a pandemiapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Aparece en las colecciones: Faculdade de Direito - TCC Graduação



Este ítem está sujeto a una licencia Creative Commons Licencia Creative Commons Creative Commons