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dc.contributor.advisor1Lisbôa, Paulo César Coimbra-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0669903015493560pt_BR
dc.contributor.referee1Correa, Wilson Luíz Rotatori-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2866199762489481pt_BR
dc.creatorRibeiro, Alexandre Ratuchenski-
dc.creator.Latteslattes.cnpq.brpt_BR
dc.date.accessioned2021-10-18T19:45:24Z-
dc.date.available2021-10-18-
dc.date.available2021-10-18T19:45:24Z-
dc.date.issued2021-09-13-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/13512-
dc.description.abstractThis study aims to review the theme of the two main works of author Nassim Nicholas Taleb: The Black Swan: The impact of the highly improbable (2008) and Antifragile: Things that benefit from chaos (2014), with emphasis for the second, believing it to be a work that more fully contemplates their understanding of uncertainty, risk management and how we can take advantage of uncertain situations. A secondary objective is to understand his contribution and current relevance to the study related to uncertainty and randomness of events, in the sense that they do not follow a deterministic pattern and how concepts apparently related to the fields of statistics can be applied to everyday life, with several examples, allegories and metaphors that the author proposes throughout the works bringing his thoughts to the reality of readers in a more clear and objective way, the practical content of his narrative may be due to his practical experience in the financial market in the past and his current role in scientific production, Taleb certainly forms the "bridge" between empirical and theoretical knowledge. The uncertainty in Taleb's idea takes on a peculiar nuance with the allegory of the Black Swan, which are ev events that, because they are highly improbable and rare, seem to have no effect on our reality, but with the development of the theme we come to understand its relevance with both positive and negative consequences for reality and more than trying to predict it (which would be impossible), we are compelled to adopt a posture that makes us not only resilient, but better, more prepared and with fewer weaknesses, which the author will call “antifragile”. Therefore, those who adopt an antifragile posture should not be concerned about the lack of inherent information about the uncertain, but should be more concerned about learning that what is not within our reach at present, can bring us later in the future.pt_BR
dc.description.resumoEste estudo tem como principal objetivo fazer uma resenha sobre a temática das duas principais obras do autor Nassim Nicholas Taleb: O Cisne Negro: O impacto do altamente improvável (2008) e Antifrágil: Coisas que se beneficiam com o caos (2014), com destaque para a segunda acreditando se tratar de uma obra que contempla de forma mais completa seu entendimento sobre incerteza, gerenciamento de risco e como podemos tirar proveito de situações incertas. Um objetivo secundário está em entender sua contribuição e relevância atual para o estudo relacionado a incerteza e aleatoriedade dos eventos, no sentido que estes não seguem um padrão determinístico e como conceitos aparentemente relacionados aos campos da estatística podem se aplicar a vida cotidiana, com vários exemplos, alegorias e metáforas que o autor propõe ao longo das obras trazendo para realidade dos leitores seu pensamento de forma mais clara e objetiva, o teor pratico da sua narrativa talvez seja em função da sua experiência pratica no mercado financeiro no passado e sua atuação no presente na produção cientifica, Taleb certamente faz a “ponte” entre o conhecimento empírico e teórico. A incerteza na ideia de Taleb ganha uma nuance peculiar com a alegoria do Cisne Negro, que são eventos que por serem altamente improváveis e raros, parecem não ter efeito na nossa realidade, mas que com o desenvolvimento do tema passamos a entender sua relevância com consequências tanto positivas quanto negativas para a realidade, e mais do que tentar prevê-lo (o que seria impossível), somos compelidos a ter uma postura que nos tornem não apenas resilientes, mas melhores, mais preparados e com menos fraquezas, o que o autor vai chamar de “antifrágil”. Portanto, aquele que adota uma postura antifrágil não deve se preocupar com a falta de informações inerentes sobre o incerto, mas deve estar mais preocupado no aprendizado que aquilo que no presente não está ao nosso alcance, pode nós trazer posteriormente no futuro.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/*
dc.subjectAntifragilidadept_BR
dc.subjectAleatoriedadept_BR
dc.subjectCisne Negropt_BR
dc.subjectIncertezapt_BR
dc.subjectRiscopt_BR
dc.subjectAntifragilitypt_BR
dc.subjectBlack Swanpt_BR
dc.subjectRiskpt_BR
dc.subjectRandomnesspt_BR
dc.subjectUncertaintypt_BR
dc.subject.cnpqCiência Social Aplicadapt_BR
dc.titleA relação entre antifragilidade e incerteza à luz das contribuições de Talebpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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