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Autotransplante de baço: reatividade imunológica para o controle da infecção por Leismania chagasi

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dc.creator Teixeira, Henrique Couto
dc.creator Lima, Izabelly Fávero Souza
dc.creator Augustin, Marina da Costa
dc.creator Ferreira, Ana Paula
dc.creator Rezende, Alice Belleigoli
dc.creator Fernandes, Bruno Faria
dc.creator Souza, Maria Aparecida de
dc.date.accessioned 2019-03-29T14:35:33Z
dc.date.available 2019-03-13
dc.date.available 2019-03-29T14:35:33Z
dc.date.issued 2008
dc.citation.issue XIV pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/9421
dc.description.abstract - pt_BR
dc.description.resumo Introdução: O transplante autógeno ou autotransplante de baço representa uma tentativa de se preservar condições adequadas de imunidade em pacientes esplenectomizados, evitando uma complicação grave e comum, a septicemia fulminante pós-esplenectomia total. Resultados anteriores realizados no Laboratório de Imunologia do ICB-UFJF comprovaram a participação ativa das células do enxerto no desenvolvimento de resposta imune T-dependente. Células esplênicas do implante preservam a capacidade de produzirem anticorpos contra hemácias de carneiro, independente do sitio de implante ser efetuado no omento maior, na cavidade peritonial (esplenose aleatória) ou no retroperitônio. Além disso, a estrutura morfológica do tecido autotransplantado através de estudo de cortes histológicos, mostrou grande semelhança com o órgão original (NUNES et al., World J. Surg., 19: 1623-9, 2005). Foi também avaliada a preservação da imunidade celular em camundongos autotransplantados através da capacidade de controle da infecção por Staphylococcus aureus. Nossos resultados mostraram que a presença do autotransplante esplênico confere maior capacidade de controle da disseminação sistêmica do S.aureus (TEIXEIRA et al., Clin. Exp. Immunol., 2008, no prelo). Neste trabalho foi avaliada, pela primeira vez, a influência da esplenectomia e do autotransplante de baço no controle da infecção por Leishmania chagasi, agente responsável pela leishmaniose visceral, doença infecciosa fatal se não tratada. Formas amastigotas de L. chagasi sobrevivem no interior de macrófagos levando a hepatoesplenomegalia. Métodos: Camundongos BALB/c foram divididos em três grupos (n=5): controle operação simulada ou grupo sham (SH), grupo esplenectomizado (SP) e grupo autotransplantado em retroperitônio (RP). Trinta dias após a cirurgia os animais foram infectados intraperitonialmente com 106 formas promastigotas de L. chagasi. Após trinta dias de infecção, o sangue foi coletado para avaliação de anticorpos anti-L.chagasi e os animais foram sacrificados. Baço e fígado foram retirados para avaliação da produção de TNF-alfa e IFN-gama através do ELISA. Resultados: O grupo controle SH apresentou maior produção de IFN-gama no fígado quando comparado aos outros grupos. Por outro lado, as células esplênicas do grupo RP tiveram produção maior dessa citocina quando comparado ao grupo controle. Os grupos SH e RP não mostraram diferença significativa na produção de TNF-alfa no fígado e baço. Os animais do grupo SP tiveram produção menor de IgG sérica quando comparados aos demais grupos. Conclusão: Estes dados sugerem que a esplenectomia pode modificar a produção de anticorpos e citocinas do hospedeiro na infecção por L. chagasi, e o autotransplante de baço pode reverter este cenário. pt_BR
dc.language por pt_BR
dc.publisher Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) pt_BR
dc.publisher.country Brasil pt_BR
dc.publisher.initials UFJF pt_BR
dc.relation.ispartof XIV Seminário de Iniciação Científica / IV Seminário de Iniciação Científica Jr. pt_BR
dc.rights Acesso Aberto pt_BR
dc.subject - pt_BR
dc.subject.cnpq CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS pt_BR
dc.title Autotransplante de baço: reatividade imunológica para o controle da infecção por Leismania chagasi pt_BR
dc.type Artigo de Evento pt_BR


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