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Elementos para uma análise categorial da objetividade/subjetividade em O capital (1867): um aporte teórico para os estudos organizacionais marxistas

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dc.contributor.advisor1 Paula, Ana Paula Paes de
dc.contributor.advisor1Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4776004D8 pt_BR
dc.contributor.referee1 Ferraz, Deise Luiza da Silva
dc.contributor.referee1Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4706281P6 pt_BR
dc.contributor.referee2 Vaisman, Ester
dc.contributor.referee2Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4703660T9 pt_BR
dc.contributor.referee3 Souza Filho, Rodrigo de
dc.contributor.referee3Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707487J6 pt_BR
dc.contributor.referee4 Fortes, Ronaldo Vielmi
dc.contributor.referee4Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4701525T5 pt_BR
dc.creator Bicalho, Renata de Almeida
dc.creator.Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4260935Y4 pt_BR
dc.date.accessioned 2018-08-01T14:28:00Z
dc.date.available 2018-08-01
dc.date.available 2018-08-01T14:28:00Z
dc.date.issued 2014-08-25
dc.identifier.uri https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/6972
dc.description.abstract - pt_BR
dc.description.resumo A pesquisa que desenvolvemos foi movida pelo seguinte problema: como se apresenta a relação objetividade-subjetividade no primeiro volume de O capital? Assim sendo, o objetivo que move esta tese é: indicar a presença marcante do aspecto subjetivo sempre em relação recíproca com a objetividade no primeiro volume de O capital. Tal questão torna-se relevante para os Estudos Organizacionais porquanto os seus pesquisadores, mesmo aqueles com afinidades marxistas, desconsideram a existência do aspecto subjetivo no pensamento marxiano ou o consideram nada desenvolvido, buscando outras bases para suprir esta suposta lacuna. Já a tese que defendemos é que não existe uma autonomização do subjetivo no volume um de O capital, visto que a subjetividade não é tomada como singularidade pura. E, portanto, os estudiosos marxistas das organizações têm um problemático ponto de partida ao buscar esta autonomização em Marx, a despeito da insuprimível relação dialética existente entre objetividade e subjetividade. Nesse sentido, defendemos que não há uma teoria geral da subjetividade nem uma consideração autônoma dessa, senão o relacionamento dialético nos casos concretos, isto é, a dialética entre objetividade e subjetividade respeita a trama própria da materialidade dos momentos particulares e também historicamente determinados sem que com isso saia do movimento a preponderância da objetividade, em última instância. A tese foi desenvolvida na sequência descrita a seguir. Primeiro, apresentamos os principais pontos que instigaram tal pesquisa: (i) as bases filosóficas que inspiraram uma cesura epistemológica nas obras de Karl Marx ; (ii) como não se encontra claro para os estudiosos marxistas das organizações – sejam eles estrangeiros e possuam inclinação epistemológica, do Labour Process Theory, do Critical Management Studies ou brasileiros – o modo em que se estabelece a relação objetividade-subjetividade nas linhas marxianas; (iii) o ponto de partida e o alicerce para a análise da obra marxianas publicada em 1867, a partir de György Lukács e José Chasin. Então, apresentamos o cerne desta tese, os resultados obtidos a partir da análise do primeiro volume de O capital, capítulo este que foi dividido em quatro tópicos que representam as categorias centrais da análise empreendida, sejam elas: trabalho como forma de mediação entre objetividade e subjetividade; trocas e circulação das mercadorias; personificações e os interesses materiais; ciência e determinação social do pensamento. Por fim, concluímos o trabalho afirmando que O capital torna-se incompreensível se forem rompidas as cadeias de nexos reais no interior da unidade entre ser e pensar, entre objetividade e subjetividade mediadas pelo atuar efetivo no interior e por meio de relações sociais historicamente determinadas e em esferas sociais também particulares. Nesse sentido, os estudiosos das organizações que buscaram em Marx um tratamento autônomo da questão da subjetividade tinham por princípio um ponto de partida problemático. Por decorrência, foram impelidos inadvertidamente à busca de supostas complementações por vezes profundamente incoerentes com as bases marxianas. Marx não poderia mesmo fornecer uma teoria da subjetividade humana porque parte da unidade ontoprática entre objetividade e subjetividade e não poderia dar um tratamento exclusivo a algo que não é autônoma e não tem, por si mesmo, lógica própria. pt_BR
dc.description.sponsorship PROQUALI (UFJF) pt_BR
dc.language por pt_BR
dc.publisher Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) pt_BR
dc.publisher.country Brasil pt_BR
dc.publisher.department - pt_BR
dc.publisher.program - pt_BR
dc.publisher.initials UFMG pt_BR
dc.rights Acesso Aberto pt_BR
dc.subject Objetividade pt_BR
dc.subject Subjetividade pt_BR
dc.subject O capital pt_BR
dc.subject.cnpq CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO pt_BR
dc.title Elementos para uma análise categorial da objetividade/subjetividade em O capital (1867): um aporte teórico para os estudos organizacionais marxistas pt_BR
dc.type Tese pt_BR


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