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dc.contributor.advisor1Castro, Hebe Maria da Costa Mattos Gomes de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2719300158070968pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Muaze, Mariana de Aguiar Ferreira-
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dc.contributor.referee1Daibert Júnior, Robert-
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dc.contributor.referee2Andrade, Marcos Ferreira de-
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dc.contributor.referee3Freire, Jonis-
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dc.contributor.referee4Andrade, Mateus Rezende-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/5026253874029926pt_BR
dc.creatorSilva, Dayana de Oliveira da-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0479024879754716pt_BR
dc.date.accessioned2026-10-07T10:26:06Z-
dc.date.available2026-10-06-
dc.date.available2026-10-07T10:26:06Z-
dc.date.issued2025-10-27-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/21435-
dc.description.abstractThe transatlantic slave trade promoted one of the largest population displacements in history. Various studies highlight the magnitude of this forced migration. It is estimated that between the 16th and 19th centuries, 12.5 million smuggled Africans crossed the Atlantic Ocean toward the Americas. Of these, 5.5 million, approximately 46% of the total, were destined for Brazil. After the decree that ended the smuggling of enslaved blacks in the Brazilian Empire, a still relatively unknown practice, initiated in the early decades of the 18th century, which demonstrated the strength of the Portuguese colonization project, gained prominence and relevance: internal trade, in its various forms (intraprovincial, interprovincial, and local). In this context, this thesis analyzes the operating procedures and strategies used by historical agents at the forefront of slave trading companies. Our spatial focus is the municipality of Juiz de Fora, in the interior of the province of Minas Gerais, home to the most important firm of the period, Justiniano das Chagas & Cia. This was a large company operating in the second half of the 19th century in the Zona da Mata region of Minas Gerais, with important connections to the Court of Rio de Janeiro. We understand that the organization of these commercial companies was responsible for fostering a significant and notable land- based operational apparatus, capable of forcibly displacing thousands of enslaved individuals throughout the interior of the Brazilian Empire.pt_BR
dc.description.resumoO tráfico transatlântico promoveu um dos maiores deslocamentos populacionais da história. Diversas pesquisas apontam a magnitude dessa migração forçada. Estima-se que entre os séculos XVI ao XIX, 12,5 milhões de africanos contrabandeados tenham atravessado o oceano Atlântico em direção às Américas. Destes, 5,5 milhões (aproximadamente 46% do total) tiveram como destino o Brasil. Após o decreto que colocou fim ao contrabando de negros escravizados no Império do Brasil, uma prática ainda pouco difundida ganhou destaque e relevância: o comércio interno, em suas distintas feições (intraprovincial, interprovincial e local). Nesses termos, essa tese versa sobre o modo de funcionamento e as estratégias usadas pelos agentes históricos à frente das companhias mercadoras de escravizados. Nosso recorte espacial corresponde ao município de Juiz de Fora, interior da província de Minas Gerais, local de residência da mais importante firma no período, denominada Justiniano das Chagas & Cia. Tratava-se de uma importante firma que atuou na segunda metade do século XIX na Zona da Mata mineira com conexões significativas com a Corte do Rio de Janeiro. Entendemos que a organização de companhias comerciais, como a Justiniano das Chagas, foi responsável por promover um importante e notável aparato operacional terrestre, capazes de deslocar forçosamente centenas de indivíduos escravizados pelo interior do Império brasileiro, alterando, assim, a estrutura do sistema escravista nacional, bem como a vida de milhares de escravizados (as) por ela atingidos.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICH – Instituto de Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Históriapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEscravidãopt_BR
dc.subjectComércio internopt_BR
dc.subjectFamília Chagaspt_BR
dc.subjectCompanhiaspt_BR
dc.subjectJuiz de Forapt_BR
dc.subjectSlaverypt_BR
dc.subjectInternal tradept_BR
dc.subjectChagas familypt_BR
dc.subjectCompaniespt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.titleTraçando rotas, repensando destinos: o tráfico interno em Juiz de Fora e suas conexões na segunda metade do século XIX (1862-1888)pt_BR
dc.typeTesept_BR
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