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dc.contributor.advisor1Pinto, Alexandre de Rezende-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1915372829653188pt_BR
dc.contributor.referee1Pinto, Alexandre de Rezende-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1915372829653188pt_BR
dc.contributor.referee2Gonçalves, Letícia-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3548357858616188pt_BR
dc.creatorBrito, Janete da Silva-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3982922127233535pt_BR
dc.date.accessioned2026-09-14T15:34:52Z-
dc.date.available2026-07-07-
dc.date.available2026-09-14T15:34:52Z-
dc.date.issued2026-04-21-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/21267-
dc.description.abstractThe use of benzodiazepines has increased significantly in recent decades and is frequently associated with the treatment of anxiety disorders and sleep disturbances. In the occupational context, military police officers constitute a group vulnerable to the use of these substances due to working conditions characterized by chronic stress, exposure to violence, and high emotional demands. This article analyzes patterns of benzodiazepine (BZD) use among military police officers in the state of Goiás and the occupational risks resulting from such use. The methodological approach is based on two main sources: the analysis of 100 special-control prescriptions (List B1) from the Tiradentes Foundation Pharmacy (2011) and a retrospective toxicological survey (2016–2021) conducted at a military hospital, in which 632 urine samples were subjected to immunochromatographic tests. The prescription study results indicate the clear predominance of Clonazepam (54%). Although men constitute the absolute majority of users, the epidemiological risk is five times higher among female personnel (a ratio of 0.03 compared with 0.006). It was observed that 48% of users had between 21 and 30 years of service, with a mean age of 47.03 years. The toxicological survey confirmed the persistence of BZDs as the most frequently detected drug class among positive samples (14 of 28 cases). It is concluded that chronic use and self-medication function as coping mechanisms in response to emotional exhaustion, generating serious functional risks, such as psychomotor impairment in the handling of firearms and the operation of police vehicles.pt_BR
dc.description.resumoO uso de benzodiazepínicos tem se ampliado significativamente nas últimas décadas, sendo frequentemente associado ao tratamento de transtornos de ansiedade e distúrbios do sono. No contexto ocupacional, policiais militares constituem um grupo vulnerável ao uso dessas substâncias, em virtude das condições de trabalho marcadas por estresse crônico, exposição à violência e alta exigência emocional. Este artigo analisa os padrões de consumo de benzodiazepínicos (BZDs) entre policiais militares do estado de Goiás e os riscos ocupacionais decorrentes desse uso. A fundamentação metodológica baseia-se em dois eixos: a análise de 100 receituários de controle especial (Lista B1) da Farmácia da Fundação Tiradentes (2011) e um levantamento toxicológico retrospectivo (2016–2021) realizado em hospital militar, que submeteu 632 amostras de urina a testes imunocromatográficos. Os resultados do estudo de prescrição indicam a predominância absoluta do Clonazepam (54%). Embora os homens componham a maioria absoluta dos usuários, o risco epidemiológico é cinco vezes maior entre o efetivo feminino (proporção de 0,03 contra 0,006). Observou-se que 48% dos usuários possuem entre 21 e 30 anos de serviço, com média de idade de 47,03 anos. O levantamento toxicológico confirmou a persistência dos BZDs como a classe de maior detecção entre as amostras positivas (14 de 28 casos). Conclui-se que o uso crônico e a automedicação funcionam como mecanismos de coping frente ao esgotamento emocional, gerando riscos funcionais severos, como o comprometimento psicomotor no manejo de armas de fogo e na condução de viaturas.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICH – Instituto de Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectBenzodiazepínicospt_BR
dc.subjectBenzodiazepinespt_BR
dc.subjectPoliciais militarespt_BR
dc.subjectMilitary police officerspt_BR
dc.subjectAutomedicaçãopt_BR
dc.subjectSelf-medicationpt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectMental healthpt_BR
dc.subjectRiscos ocupacionaispt_BR
dc.subjectOccupational riskspt_BR
dc.subject.cnpqCiências Humanaspt_BR
dc.titleUso de benzodiazepínicos entre policiais militares: padrões de prescrição, automedicação e riscos funcionaispt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Appears in Collections:Especialização em Segurança Pública e Políticas sobre Drogas



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