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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisor1Defilipo, Érica Cesário-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2108650298722334pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Chagas, Paula Silva de Carvalho-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6390215585850045pt_BR
dc.contributor.referee1Brugiolo, Alessa Sin Singer-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6100627603060005pt_BR
dc.contributor.referee2Dornelas, Lílian de Fátima-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3391228899982218pt_BR
dc.creatorSoares, Ana Luiza-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1554391252977435pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-23T14:13:43Z-
dc.date.available2026-07-06-
dc.date.available2026-07-23T14:13:43Z-
dc.date.issued2026-02-04-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20898-
dc.description.abstractIntroduction: Cerebral Palsy (CP) is the most prevalent neuromotor condition in childhood, and its impacts affect different dimensions of a child’s life and their family. The opportunities for activities and participation of children and adolescents with CP are strongly influenced by environmental factors. Objective: To describe the profile and environmental factors, identifying barriers and facilitators, and to verify whether there is an association between these factors and gross motor and manual function, as well as age group, in children and adolescents with CP in Brazil. Methods: This is a cross-sectional study approved by the Research Ethics Committee (CAAE: 28540620.6.1001.5133), as part of the multicenter longitudinal study “PARTICIPA BRASIL.” The sample was convenience-based, and data collection was conducted remotely and/or in person. The following instruments were used: a contextual factors questionnaire based on the International Classification of Functioning, Disability and Health (ICF); the Gross Motor Function Classification System (family report); and the Manual Ability Classification System. Data analysis was performed using JASP Team (2025) (Version 0.95.2). Results: A total of 472 children and adolescents with CP participated in the study, with a mean age of 6.65 years (±3.78), and 57.6% were male. Most participants were classified as GMFCS levels III–V (65.4%) and MACS levels III–V (54.1%). Among caregivers, 91.5% were mothers, 42.6% had completed high school or had incomplete higher education, and 54.9% were not engaged in paid work. Regarding assistive technology, 61.9% used lower limb orthoses and 42.2% used manual wheelchairs, both predominantly considered facilitators (88.7% and 90.6%, respectively). Private cars were the main mode of transportation (55%). Schools (58%), shopping malls (53.4%), and public places (44.2%) were mostly considered adapted, whereas only 23.4% identified parks as adapted. The Sistema Único de Saúde (SUS) was the main form of access to healthcare (55.5%), and physiotherapy treatment was used by 85.6% of the children and adolescents, being classified as a facilitator by 98.6% of caregivers. Family (83.3%) and friends (73.1%) stood out as the main facilitators, while only 38.6% perceived social attitudes as facilitators. Overall, weak associations were observed between GMFCS, MACS, age group, and environmental factors. Conclusion: There was a predominance of Brazilian children and adolescents with more severe functional impairment. Although health services, family, and school were mostly perceived as facilitators, relevant barriers persist, especially in leisure spaces, transportation, and social attitudes.pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A paralisia cerebral (PC) é a condição neuromotora mais prevalente na infância, e seus impactos afetam diferentes dimensões da vida de uma criança e sua família. As possibilidades de atividades e participação de crianças e adolescentes com PC são fortemente condicionadas pelos fatores ambientais. Objetivo: Descrever o perfil e os fatores ambientais, identificando as barreiras e facilitadores, e verificar se há associação desses fatores com a função motora grossa e manual e a faixa etária de crianças e adolescentes com PC no Brasil. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, aprovado pelo CEP (CAAE: 28540620.6.1001.5133), como parte do estudo longitudinal multicêntrico “PARTICIPA BRASIL”. A amostra foi de conveniência e a coleta de dados foi realizada de forma remota e/ou presencial. Foram utilizados neste estudo os instrumentos: questionário de fatores contextuais baseados na Classificação Internacional de Funcionalidade Incapacidade e Saúde; Sistema de Classificação da Função Motora Grossa – relato familiar (GMFCS); e Sistema de Classificação das Habilidades Manuais (MACS). A análise de dados foi realizada pelo programa JASP Tean (2025) (Version 0.95.2). Resultados: Participaram do estudo 472 crianças e adolescentes com PC, com idade média de 6,65 anos (±3,78), sendo 57,6% do sexo masculino. A maioria apresentou GMFCS níveis III–V (65,4%) e MACS III–V (54,1%). Entre os cuidadores, 91,5% eram mães, 42,6% possuíam ensino médio completo ou superior incompleto e 54,9% não exerciam atividade remunerada. Em relação às tecnologias assistivas, 61,9% utilizavam órteses de membros inferiores e 42,2% cadeiras de rodas manuais, sendo ambas predominantemente consideradas facilitadoras (88,7% e 90,6%, respectivamente). O automóvel próprio foi o principal meio de transporte (55%). Escola (58%), shopping (53,4%) e locais públicos (44,2%) foram majoritariamente considerados adaptados, enquanto apenas 23,4% apontaram os parques como adaptados. O Sistema Único de Saúde (SUS) foi a principal forma de acesso à saúde (55,5%), e o tratamento fisioterapêutico foi utilizado por 85,6% das crianças e adolescentes, sendo classificado como facilitador por 98,6% dos cuidadores. A família (83,3%) e a rede de amigos (73,1%) destacaram-se como principais facilitadores, enquanto apenas 38,6% perceberam atitudes sociais como facilitadoras. No geral foram observadas associações fracas entre o GMFCS, MACS, faixa etária, como os fatores ambientais. Conclusão: Observou-se predominância de crianças e adolescentes brasileiros com comprometimento funcional mais grave. Embora serviços de saúde, família e escola tenham sido majoritariamente percebidos como facilitadores, persistem barreiras relevantes, especialmente em espaços de lazer, transporte e atitudes sociais.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Fisioterapiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação e Desempenho Físico-Funcionalpt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
dc.subjectParalisia cerebralpt_BR
dc.subjectFatores contextuaispt_BR
dc.subjectAmbientept_BR
dc.subjectBarreiraspt_BR
dc.subjectFacilitadorespt_BR
dc.subjectCerebral palsypt_BR
dc.subjectContextual factorspt_BR
dc.subjectEnvironmentpt_BR
dc.subjectBarrierspt_BR
dc.subjectFacilitatorspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.titleFatores ambientais e perfil dos cuidadores de crianças e adolescentes com paralisia cerebral no Brasil: um estudo multicêntricopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Aparece en las colecciones: Mestrado em Ciências da Reabilitação e Desempenho Físico-Funcional (Dissertações)



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