Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20426
Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
arthurandradegomesmontezano.pdf1.24 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Tipo: Dissertação
Título: William James, consciência e religião
Autor(es): Montezano, Arthur Andrade Gomes
Primeiro Orientador: Noé, Sidnei Vilmar
Membro da banca: Souza, Humberto Araujo Quaglio de
Membro da banca: Barros, Brasil Fernandes de
Resumo: Na virada para o século XX, William James (1842–1910) consolidou-se como uma das principais figuras a refletir acerca do fenômeno da consciência em diálogo com as novas abordagens experimentais da época. Tendo escrito sobre uma ampla variedade de temas — como ética, religião e metafísica —, muitos autores acabam limitando sua contribuição à psicologia à obra The Principles of Psychology (1890). O primeiro objetivo deste trabalho é refutar essa leitura restritiva, defendendo a tese da pervasividade. Para isso, demonstra-se que sua investigação em relação à problemas filosóficos — ontológicos, gnosiológicos, éticos —, bem como de questões metodológicas e religiosas, está fundamentada em sua concepção de consciência. Propõe-se uma chave hermenêutica para a leitura da obra de James, centrada nas dinâmicas atribuídas à consciência. A partir disso, argumenta-se que os mecanismos que James confere à consciência se exprimem, de modo paradigmático, no contexto da investigação dos fenômenos religiosos, o que, por sua vez, implica a reavaliação dos pressupostos mínimos daquela disciplina. Os dois primeiros capítulos discutem os elementos basilares de sua definição de consciência, enquanto os dois últimos tratam tanto das suas reflexões relativas à religião quanto da relação entre esta e o problema da consciência.
Abstract: At the turn of the 20th century, William James (1842–1910) established himself as one of the leading figures to reflect upon the phenomenon of consciousness in dialogue with the new experimental approaches of the time. Having written on a wide variety of topics — such as ethics, religion, and metaphysics — many authors end up limiting his contribution to psychology to the book The Principles of Psychology (1890). The first goal of this work is to challenge this restrictive view, defending the thesis of pervasiveness. To this, it shows that his investigation related to philosophical problems — ontological, epistemological, ethical — as well as methodological and religious questions, is grounded in his conception of consciousness. It is proposed a hermeneutical approach to the reading of James’ work, centered on the dynamics ascribed to consciousness. From this, it is argued that the mechanisms James attributes to consciousness are expressed in a paradigmatic way in the context of the investigation of religious phenomena, which, in turn, implies a reassessment of the basic presuppositions of that discipline. The first two chapters discuss the basilar elements of his definition of consciousness, while the last two treat both his reflections relating to religion and the relationship between that and the problem of consciousness.
Palavras-chave: William James
Consciência
Religião
Pervasividade
Consciousness
Religion
Pervasiveness
CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Sigla da Instituição: UFJF
Departamento: ICH – Instituto de Ciências Humanas
Programa: Programa de Pós-graduação em Ciência da Religião
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
Licenças Creative Commons: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
URI: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20426
Data do documento: 22-Jan-2026
Aparece nas coleções:Mestrado em Ciência da Religião (Dissertações)



Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons