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dc.contributor.advisor1Villa, Pedro Manuel-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2943038330953932pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Resende, Cristiano Ferrara de-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7913336580238361pt_BR
dc.contributor.referee1Rodrigues, Alice Cristina-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8619146758702716pt_BR
dc.contributor.referee2Coelho, Alex Josélio Pires-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6783365200809913pt_BR
dc.creatorLima, Ana Luiza Rangel Linhares-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7310337647804597pt_BR
dc.date.accessioned2026-02-12T11:44:30Z-
dc.date.available2026-02-11-
dc.date.available2026-02-12T11:44:30Z-
dc.date.issued2026-02-03-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20240-
dc.description.abstractUnderstanding how planting diversity modulates plant functional trait expression is central to improving tropical forest restoration. We assessed how species richness (1, 3, and 6 species) influences the expression, variability, and coordination of functional traits in two pioneer trees, Croton urucurana and Pleroma granulosum, in 4- year-old Atlantic Forest restoration plantings. We measured leaf morphological and physiological traits and plant height in 454 individuals. Analyses combined nonparametric tests of intraspecific variation with generalized linear mixed models and trait–trait models. Species identity was the main driver of trait expression, whereas species richness produced trait–specific shifts in mean values: SLA, LA, and fresh weight increased with richness, while LDMC and Fv/Fm declined, and dry mass exhibited a non-linear response to richness. Intraspecific trait variability did not change consistently across richness levels, and core patterns of trait coordination were conserved, including the negative SLA–LDMC trade-off and positive scaling relationships between leaf area, dry mass, and height. Photochemical efficiency was negatively associated with acquisitive traits, indicating short-term physiological costs associated with acquisitive trait expression. Overall, species richness modulated mean trait expression without increasing within-species variance or reorganizing trait architecture, highlighting identity-dominated assembly during early restoration and informing trait-based species mixtures that combine rapid canopy development with physiological stability.pt_BR
dc.description.resumoCompreender como a diversidade de plantio modula a expressão de traços funcionais das plantas é central para o aprimoramento da restauração de florestas tropicais. Avaliamos como a riqueza de espécies (1, 3 e 6 espécies) influencia a expressão, a variabilidade e a coordenação de traços funcionais em duas espécies arbóreas pioneiras, Croton urucurana e Pleroma granulosum, em plantios de restauração da Mata Atlântica com quatro anos de idade. Foram mensurados traços morfológicos e fisiológicos foliares, além da altura das plantas, em 454 indivíduos. As análises combinaram testes não paramétricos de variação intraespecífica com modelos lineares mistos generalizados e modelos de relação entre traços. A identidade das espécies foi o principal fator determinante da expressão dos traços, enquanto a riqueza de espécies promoveu alterações específicas nos valores médios dos traços: SLA, área foliar e massa fresca aumentaram com a riqueza, enquanto LDMC e Fv/Fm apresentaram declínio, e a massa seca exibiu uma resposta não linear ao gradiente de riqueza. A variabilidade intraespecífica dos traços não apresentou mudanças consistentes entre os níveis de riqueza, e os padrões centrais de coordenação dos traços foram conservados, incluindo a relação negativa entre SLA e LDMC e as relações positivas de escala entre área foliar, massa seca e altura. A eficiência fotoquímica esteve negativamente associada a traços aquisitivos, indicando custos fisiológicos de curto prazo relacionados à expressão desse conjunto de traços. De modo geral, a riqueza de espécies modulou os valores médios dos traços sem aumentar a variância intraespecífica ou reorganizar a arquitetura funcional, evidenciando uma montagem comunitária dominada pela identidade das espécies nas fases iniciais da restauração e fornecendo subsídios para a seleção de misturas de espécies baseadas em traços que conciliem rápido desenvolvimento do dossel e estabilidade fisiológica.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICB – Instituto de Ciências Biológicaspt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós Graduação em Biodiversidade e Conservação da Naturezapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectVariação intraespecífica de traçospt_BR
dc.subjectMata Atlânticapt_BR
dc.subjectPleroma granulosumpt_BR
dc.subjectCroton urucuranapt_BR
dc.subjectTraços funcionaispt_BR
dc.subjectIntraspecific trait variationpt_BR
dc.subjectAtlantic Forestpt_BR
dc.subjectPleroma granulosumpt_BR
dc.subjectCroton urucuranapt_BR
dc.subjectFunctional traitspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.titleVariação intraespecífica de atributos funcionais em espécies arbóreas da Floresta Atlânticapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Biodiversidade e Conservação da Natureza (Dissertações)



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