https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20120| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
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| marinapaschoalimamorimemariaeduardahortasabino.pdf | PDF/A | 836.51 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Clase: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título : | Violência contra pessoas trans e racismo no Sistema Único de Saúde: reflexões sobre a interseccionalidade nos espaços de saúde |
| Autor(es): | Amorim, Marina Paschoalim Sabino, Maria Eduarda Horta |
| Orientador: | Paiva, Sabrina Pereira |
| Miembros Examinadores: | Duarte, Marco José de Oliveira |
| Miembros Examinadores: | Moreira, Fernanda Picinin |
| Resumo: | Este trabalho reflete a violência contra pessoas trans e o racismo no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir da perspectiva da interseccionalidade, compreendendo como essas opressões estruturais afetam o acesso e a qualidade do atendimento dessa população. A pesquisa discute as barreiras enfrentadas por pessoas trans negras nos serviços de saúde, desde a discriminação direta até a negligência institucional, evidenciando como o racismo e a violência contra pessoa trans se entrelaçam na negação de direitos fundamentais. A pesquisa também evidencia que a interseccionalidade entre violência contra pessoas trans e racismo é um tema ainda pouco explorado nas produções acadêmicas e nos estudos sobre saúde pública, o que contribui para a invisibilização dessa realidade. Os desafios enfrentados por pessoas trans negras no SUS vão além da discriminação individual, estando profundamente enraizados nas estruturas sociais e institucionais que perpetuam desigualdades. Para isso, são abordados conceitos como racismo estrutural, violência contra pessoa trans e interseccionalidade, além de uma análise crítica das políticas públicas, como a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e a Política Nacional de Saúde Integral LGBT e uma pesquisa bibliográfica. |
| Resumen : | The present work reflects the violence against trans people and the racism at the public health system in Brazil, known as Sistema Único de Saúde (SUS), from the perspective of intersectionality, understanding how this structural oppressions affect the access and the quality of care for this population. The research discusses the barriers faced by black trans people at the health care services, from direct discrimination to institutional neglect, highlighting how the racism and the violence against trans people intertwine in the denial of fundamental rights. The research also shows that the intersectionality between transphobia and racism is a topic that is still little explored in academic productions and studies on public health, which contributes to the invisibility of this reality. The challenges faced by black trans people in the SUS go beyond individual discrimination, being deeply rooted in the social and institutional structures that perpetuate inequalities. To this end, concepts such as structural racism, violence against trans people and intersectionality are addressed, in addition to a critical analysis of public policies such as the Política Nacional de Saúde Integral da População Negra and the Política Nacional de Saúde Integral LGBT. |
| Palabras clave : | Interseccionalidade Violência contra pessoas trans Racismo Sistema Único de Saúde Intersectionality Violence against trans people Racism |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIAL |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editorial : | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Sigla de la Instituición: | UFJF |
| Departamento: | Faculdade de Serviço Social |
| Clase de Acesso: | Acesso Aberto Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil |
| Licenças Creative Commons: | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ |
| URI : | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20120 |
| Fecha de publicación : | 13-mar-2025 |
| Aparece en las colecciones: | Serviço Social - TCC Graduação |
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