Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20073
Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción Tamaño Formato  
marcelomartinsrodrigues-pdfa.pdfPDF/A2.28 MBAdobe PDFVista previa
Visualizar/Abrir
Registro completo de metadatos
Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisor1Menegat, Elizete Maria-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0723051454288012pt_BR
dc.contributor.referee1Rodrigues, Monica Aparecida Grossi-
dc.contributor.referee2Capuchinho, Michelle Neves-
dc.creatorRodrigues, Marcelo Martins-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.brpt_BR
dc.date.accessioned2026-01-26T16:44:33Z-
dc.date.available2026-01-16-
dc.date.available2026-01-26T16:44:33Z-
dc.date.issued2025-08-21-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20073-
dc.description.abstractThis paper aims to analyze the impacts of the structural crisis on the lives of Black people in Brazil. Therefore, we conduct a historical review of the concept of race and how capitalism appropriates this idea of race to legitimize an entire process of exploitation. Therefore, in a context of structural crisis and technological advances, where living labor is replaced bi dead labor, capital encounters difficulties in its reproduction, since surplus value can only be extracted from living labor. This replacement gives rise to an ever-increasing contingent of superfluous people, these people beyond the industrial reserve army. From this, we will show how capitalism uses racism to form this initial mass of superfluous people. We will then examine the genocidal policies that the state exercises against these people, given that these people are of no use to the reproduction of the capitalist mode of production.pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho tem como objetivo analisar os impactos da crise estrutural na vida dos negros no Brasil. diante disso, realizamos um resgaste historico do conceito de raça e de como o capitalismo se apropria dessa ideia de raça para legitimar todo um processo de exploração. Sendo assim, em um contexto de crise estrutural e avanços tecnológicos, onde o trabalho vivo é substituído pelo trabalho morto, o capital encontra dificuldades para sua reprodução, uma vez que, a mais valia só pode ser extraída do trabalho vivo. Essa substituição faz com que surja um contingente cada vez maior de supérfluos, essas pessoas estão para além do exército industrial de reserva. A partir disso, mostraremos como o capitalismo utiliza-se do racismo para formar essa primeira massa de supérfluos. E em seguida, a política que genocida que o Estado exerce sobre essas pessoas, tendo em vista que para a reprodução do modo de produção capitalista essas pessoas não possuem nenhuma utilidade.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectCrise estruturalpt_BR
dc.subjectSupérfluospt_BR
dc.subjectGenocídiopt_BR
dc.subjectViolênciapt_BR
dc.subjectStructural crisispt_BR
dc.subjectSuperfluous peoplept_BR
dc.subjectGenocidept_BR
dc.subjectViolencept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIALpt_BR
dc.titleCrise estrutural do capital e genocídio da população negra como política de controle dos supérfluospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Aparece en las colecciones: Serviço Social - TCC Graduação



Este ítem está sujeto a una licencia Creative Commons Licencia Creative Commons Creative Commons