Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/21151
Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Iandramarademeloresente.pdf1.05 MBAdobe PDFView/Open
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisor1Marliére, Daniel Amaral Alves-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2968589116601190pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Silva, Fabiana Ourique da-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0201174165231818pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Warley Oliveira-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6541811718015941pt_BR
dc.creatorResende, Iandra Mara de Melo-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9273543134723553pt_BR
dc.date.accessioned2026-08-28T11:01:21Z-
dc.date.available2026-08-27-
dc.date.available2026-08-28T11:01:21Z-
dc.date.issued2026-06-10-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/21151-
dc.description.abstractThis laboratory experimental study aimed to evaluate the pH variation of the most commonly used local anesthetic solutions in Dentistry, comparing plastic (synthetic polymer) and glass (amorphous solid) cartridges under different storage conditions. The research analyzed the influence of temperature and storage time on the pH stability of 2% lidocaine hydrochloride with 1:100,000 epinephrine, 3% mepivacaine hydrochloride without vasoconstrictor, 2% mepivacaine hydrochloride with 1:100,000 epinephrine, and 3% prilocaine hydrochloride with 0.03 UI/mL felypressin. Measurements were performed using a digital benchtop pH meter, and the data were subjected to statistical analyses, including Shapiro-Wilk, ANOVA, Tukey, and TOST tests to verify equivalence with literature and manufacturer reference limits. The results demonstrated that the 3% mepivacaine hydrochloride without vasoconstrictor solution maintained the highest stability and mean pH values across all evaluated conditions. Regarding the storage method, refrigeration proved to be the most effective environment for pH preservation, while storage in an incubator accelerated the acidification process of the samples. Concerning the packaging material, synthetic polymer cartridges presented slightly higher and more stable pH values in most formulations, except for prilocaine hydrochloride with felypressin, which demonstrated better stability in amorphous solid (glass) cartridges. It is concluded that temperature and cartridge material are determining factors for the chemical integrity of local anesthetics. It is recommended that dental surgeons prioritize refrigerated storage and that the logistics chain improves thermal control to ensure quality and clinical comfort during drug administration.pt_BR
dc.description.resumoEste estudo experimental laboratorial teve como objetivo avaliar a variação do pH das soluções anestésicas locais mais utilizadas em Odontologia, comparando tubetes de plástico (polímero sintético) e vidro (sólido amorfo) sob diferentes condições de armazenamento. A pesquisa analisou a influencia da temperatura e o tempo de armazenamento na estabilidade do pH das soluções de cloridrato de lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000, cloridrato de mepivacaína 3% sem vasoconstritor, cloridrato de mepivacaína 2% com epinefrina 1:100.000 e cloridrato de prilocaína 3% com felipressina 0,03 UI/m. As mensurações foram realizadas com um pHmetro digital de bancada e os dados foram submetidos a análises estatísticas, incluindo os testes de Shapiro-Wilk, ANOVA, Tukey e TOST para verificar a equivalência com os limites de referência da literatura e dos fabricantes. Os resultados demonstraram que a solução cloridrato de mepivacaína 3% sem vasoconstritor manteve maior estabilidade e os maiores valores médios de pH em todas as condições avaliadas. Em relação ao método de armazenamento, a refrigeração mostrou-se o ambiente mais eficaz para preservação do pH, enquanto a permanência em estufa acelerou o processo de acidificação das amostras. Quanto ao material do acondicionamento, os tubetes de polímero sintético apresentaram valores de pH ligeiramente superiores e mais estáveis na maioria das formulações, exceto para cloridrato de prilocaína com felipressina, que demonstrou melhor estabilidade nos tubetes de sólido amorfo. Conclui-se que a temperatura e o material do tubete são fatores determinantes para a integridade química dos anestésicos locais. Recomenda-se que o cirurgião dentista priorize o armazenamento refrigerado e que a cadeia logística aprimore o controle térmico para assegurar a qualidade e o conforto clínico durante a aplicação do fármaco.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Odontologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectAnestésicos Locaispt_BR
dc.subjectAcidificaçãopt_BR
dc.subjectEstabilidade de Medicamentospt_BR
dc.subjectArmazenamento de Medicamentospt_BR
dc.subjectAnesthetics Localpt_BR
dc.subjectAcidificationpt_BR
dc.subjectDrug Stabilitypt_BR
dc.subjectDrug Storagept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.titleEstabilidade do pH de soluções anestésicas locais armazenadas em tubetes de polímero sintético e sólido amorfo sob diferentes condições: estudo laboratorialpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Appears in Collections:Faculdade de Odontologia - Campus JF - TCC Graduação



This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons