Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20986
Files in This Item:
File Description SizeFormat 
claraeliscardosooliveira.pdf277.3 kBAdobe PDFView/Open
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisor1Moreira, Ana Rosa Costa Picanço-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0224301047354520pt_BR
dc.contributor.referee1Santiago, Mylene Cristina-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0803555578064293pt_BR
dc.creatorOliveira, Clara Elis Cardoso-
dc.creator.Lattes-pt_BR
dc.date.accessioned2026-08-05T15:50:57Z-
dc.date.available2026-07-18-
dc.date.available2026-08-05T15:50:57Z-
dc.date.issued2026-07-18-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20986-
dc.description.abstract-pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo analisa como a produção acadêmica recente tem discutido o aumento dos diagnósticos de Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto educacional brasileiro, a partir da Teoria Histórico-Cultural de Lev Vigotski e de seus estudos sobre a defectologia. O objetivo central é compreender os fatores que contribuem para esse aumento, bem como problematizar o excesso de diagnóstico e examinar como os pesquisadores têm discutido isso. Para tanto, realiza um levantamento bibliográfico de artigos científicos, dissertações e teses publicados a partir de 2020, contemplando produções voltadas às discussões sobre diagnóstico em diferentes áreas de conhecimento. Os estudos analisados indicam que o crescimento dos diagnósticos está associado à ampliação dos critérios diagnósticos, a maior conscientização de profissionais e famílias, o desenvolvimento de ferramentas de avaliação e o papel da escola como espaço de triagem e encaminhamento. Entretanto, parte da literatura faz críticas à crescente centralidade dos laudos no ambiente escolar, destacando os riscos de uma interpretação patologizante dos comportamentos infantis e da redução da singularidade da criança à categoria diagnóstica. Os resultados também mostram que o aumento das matrículas de estudantes diagnosticados têm produzido novas demandas para as escolas, especialmente em relação à formação docente, à adaptação curricular e às condições estruturais de atendimento. Conclui-se que o debate sobre o crescimento dos diagnósticos de TEA no contexto educacional brasileiro exige considerar tanto os avanços nas políticas de inclusão, quanto as problematizações relativas à medicalização e à rotulação da infância no espaço escolar.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/*
dc.subjectTranstorno do espectro autistapt_BR
dc.subjectDiagnósticopt_BR
dc.subjectMedicalização da infânciapt_BR
dc.subjectPráticas escolarespt_BR
dc.subjectVigotskipt_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopt_BR
dc.titleA proliferação dos diagnósticos de transtorno do espectro autista (TEA): uma análise da produção acadêmica recente no contexto educacionalpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Appears in Collections:Pedagogia presencial - TCC Graduação



This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons