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dc.contributor.advisor1Grossi, Mônica Aparecida-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1395478014425218pt_BR
dc.contributor.referee1Almeida, José Amilton de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3841544803700298pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Maria das Graças e-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1370572660294004pt_BR
dc.creatorGusman, Isabela Machado de Aragão-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0944700092640379pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-10T14:22:01Z-
dc.date.available2026-07-10-
dc.date.available2026-07-10T14:22:01Z-
dc.date.issued2026-02-09-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20742-
dc.description.abstractEsta disertación tiene como objetivo analizar las expresiones de la financiarización de la naturaleza, destacando las repercusiones de este mecanismo actual del capitalismo para la comprensión de las amenazas de esta dinámica a los Pueblos de los Campos, Aguas y Bosques. A partir de la perspectiva materialista histórico-dialéctica de Karl Marx, la investigación bibliográfica y documental trazó caminos interpretativos sobre la estructura del sistema capitalista y la transformación en la relación con la naturaleza, identificando la violencia y la destrucción como elementos centrales. Luego, con el análisis de las crisis del sistema a partir de la lectura de la crisis estructural de Mészáros, la financiarización aparece como expresión de la nueva fase de acumulación del capital. Con el fin de situar el análisis en Brasil, se mencionaron algunos elementos centrales de la particularidad brasileña en relación con su historicidad y su posicionamiento en el sistema capitalista. A partir de ello, se buscó identificar las principales tendencias de la financiarización de la naturaleza en Brasil en el periodo de 2024 y 2025, donde se reconocieron los ataques a los territorios y bienes naturales como una gran dimensión. Finalmente, se mencionaron, en contraposición a la lógica mercantil, el sentido de la relación con la Tierra y con los bienes de la naturaleza para dos sujetos sociales representativos: los pueblos indígenas y quilombolas. Como resultado, se concluye que existe una urgencia en la defensa de la naturaleza, de los bienes colectivos y de los Pueblos de los Campos, Aguas y Bosques, como rumbo para la construcción de otro metabolismo social y de otra sociabilidad, necesariamente anticapitalista.pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação tem como objetivo analisar as expressões da financeirização da natureza, destacando os rebatimentos desse mecanismo atual do capitalismo, para a compreensão das ameaças aos Povos dos Campos, Águas e Florestas. A partir da perspectiva materialista histórico-dialética de Karl Marx, a pesquisa bibliográfica e documental, trilhou caminhos interpretativos acerca da estrutura do sistema capitalista e da transformação na relação com a natureza, tendo a violência e destruição enquanto elementos centrais identificados. Em seguida, com a análise das crises do sistema, a partir da leitura da crise estrutural de Mészáros, a financeirização aparece enquanto expressão da nova fase de acumulação do capital. Com o intuito de localizar a análise no Brasil, foram mencionados alguns elementos centrais da particularidade brasileira, em relação à sua historicidade e seu posicionamento no sistema capitalista. A partir disso, buscou-se identificar as principais tendências da financeirização da natureza no Brasil no período de 2024 e 2025, em que foram reconhecidos os ataques aos territórios e bens naturais enquanto grande dimensão. Por fim, foram mencionados, em contraponto à lógica mercadológica, o sentido da relação com a Terra e com os bens da natureza para dois sujeitos sociais representativos, os Povos indígenas e Quilombolas. Como resultado, conclui-se que há uma urgência na defesa da natureza, dos bens coletivos e dos Povos dos Campos, Águas e Florestas, enquanto direcionamento para a construção de outro metabolismo social e de outra sociabilidade, necessariamente anticapitalista.pt_BR
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Geraispt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectFinanceirização da naturezapt_BR
dc.subjectQuestão ambientalpt_BR
dc.subjectCrise do capitalismopt_BR
dc.subjectDestruição ambientalpt_BR
dc.subjectPovos dos campospt_BR
dc.subjectÁguas e florestaspt_BR
dc.subjectFinanciarización de la naturalezapt_BR
dc.subjectCuestión ambientalpt_BR
dc.subjectCrisis del capitalismopt_BR
dc.subjectDestrucción ambientalpt_BR
dc.subjectPueblos de los campospt_BR
dc.subjectAguas y bosquespt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIALpt_BR
dc.title“O amanhã não está à venda”: expressões da financeirização da natureza e as ameaças aos povos dos campos, águas e florestaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Serviço Social (Dissertações)



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