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dc.contributor.advisor1Fonseca, Carolina Alves-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1715366042635047pt_BR
dc.contributor.referee1Sampaio, Thaís Fernandes-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8956224266842778pt_BR
dc.contributor.referee2Ferreira, Helena Maria-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4670251806372445pt_BR
dc.creatorSantos, Fernanda Ignacchiti Campos dos-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0860862610044447pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-02T11:13:35Z-
dc.date.available2026-07-01-
dc.date.available2026-07-02T11:13:35Z-
dc.date.issued2025-10-20-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20546-
dc.description.abstractThis research, part of the Professional Master’s Degree Program in Letters at the Federal University of Juiz de Fora, aimed to develop a Didactic Genre Model (DGM) for the oral genre conversation circle — one of the genres that constitute the macro‐genre “Classroom” — based on an investigation of its teachable dimensions. The pedagogical aims were to facilitate, through the design and implementation of a didactic sequence — compiled in a pedagogical workbook accompanying this dissertation — the development of students’ language capacities, especially those related to orality, among 6th‐grade students in a public school in the Zona da Mata region of Minas Gerais, where the researcher teaches. In addition, the study sought to contribute to creating a classroom space characterized by more respectful, collaborative, and meaningful interactions. The research was framed as action research (Thiollent, 2011), because it intervened in teaching practice while investigating and refining the teaching of orality, allowing for continuous and reflective adjustments during the didactic sequence implementation. The study is theoretically anchored in Sociodiscursive Interactionism (Bronckart, 2006, 2008) and in discussions about autonomous oral teaching (Marcuschi, 2004; Schneuwly & Dolz, 2004; Cristóvão, 2013; Magalhães, 2021). The DGM was constructed through analysis of three videos of actual productions made available on YouTube, meeting the following criteria: containing the expression “conversation circle” in the title or description; having been carried out in person; and exhibiting characteristics consistent with the definition of the genre drawn from the theoretical framework employed in this study. It was possible to identify the constituent features of the genre and understand it as a formative and collaborative oral genre, oriented toward the exchange of knowledge, experiences, and viewpoints about a common theme, mediated by a participant who structures speaking turns and fosters dialogue among interlocutors. The students’ oral productions were recorded, transcribed, and analyzed using language operations that especially considered the multimodal capacity. As an instrument for generation and analysis, a pedagogical workbook containing a didactic sequence oriented toward the oral genre conversation circle was developed (Dolz; Noverraz; Schneuwly, 2004; Costa‐Hubes, 2008). The results indicated that the conversation circle, as a systematized oral practice, promotes significant advances in students’ language capacities, such as strengthened coherence and thematic progression, improved active listening, and greater respect for speaking turns. Moreover, it was observable development in multimodal capacities, with more intentional use of gestures, intonation, and facial expressions as meaning‐making resources. From the teaching perspective, the pedagogical mediation shifted from a model centered on directive questions toward a more dialogic and responsive stance, one that legitimized students’ voices and promoted collective construction of meaning. The DGM for conversation circle systematized in this research delineated teachable stages and dimensions that can support teachers’ planning and contribute to intentional teaching of orality in elementary school. It is concluded that working with oral genres in a planned and theoretically grounded way reduces the invisibility of orality in curricula, enhances critical and humanizing pedagogical practices, and strengthens the role of language as a tool for transforming relationships in the classroom. This contributes to narrowing the gap in theoretical and didactic materials focused on oral genres, and bolsters teacher training for work in this domain of teaching and research.pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação, vinculada ao Programa de Mestrado Profissional em Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora, teve como objetivo elaborar um Modelo Didático de Gênero (MDG) do gênero oral roda de conversa – um dos que integram o macrogênero “Aula” –, com base no levantamento de suas dimensões ensináveis. Como objetivos pedagógicos, buscou-se, por meio da elaboração e aplicação de uma sequência didática – reunida em um caderno pedagógico que acompanha esta dissertação –, mediar o desenvolvimento de capacidades de linguagem, especialmente aquelas relacionadas à oralidade, dos estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental II de uma escola pública da Zona da Mata de Minas Gerais, na qual atua a pesquisadora. Ademais, pretendeu-se contribuir para a construção de um espaço de sala de aula pautado em interações mais respeitosas, colaborativas e significativas. A pesquisa foi delineada como pesquisa-ação (Thiollent, 2011), devido ao fato de que buscou intervir na prática docente enquanto se investigava e aprimorava o ensino da oralidade, permitindo ajustes contínuos e reflexivos durante o desenvolvimento da sequência didática. Este estudo ancora-se teoricamente no Interacionismo Sociodiscursivo (Bronckart, 2006, 2008) e nas discussões sobre o ensino do oral autônomo (Marcuschi, 2004; Schneuwly; Dolz, 2004; Cristóvão, 2013; Magalhães, 2021). O MDG foi construído a partir da análise de três vídeos de produções reais disponibilizados no Youtube, que atendiam aos seguintes requisitos: conter a expressão “roda de conversa” no título ou na descrição, ter sido realizado presencialmente e apresentar características consistentes com a definição do gênero encontrada nas pesquisas teóricas mobilizadas neste estudo. Foi possível levantar as características constituintes do gênero e compreendê-lo como um gênero oral de caráter formativo e colaborativo, voltado à troca de saberes, experiências e pontos de vista sobre um tema comum, mediado por um participante que organiza os turnos e estimula o diálogo entre os interlocutores. As produções orais dos alunos foram gravadas, transcritas e analisadas a partir de operações de linguagem que contemplaram especialmente a capacidade multissemiótica. Como instrumento de geração e análise, foi desenvolvido um caderno pedagógico contendo uma sequência didática voltada ao gênero oral roda de conversa (Dolz; Noverraz; Schneuwly, 2004; Costa-Hubes, 2008). Os resultados apontaram que a roda de conversa, enquanto prática oral sistematizada, favorece avanços significativos nas capacidades de linguagem dos alunos, como a ampliação da coerência e da progressão temática, o aprimoramento da escuta ativa e o maior respeito aos turnos de fala. Além disso, observou-se evolução nas capacidades multissemióticas, com uso mais intencional de gestos, entonações e expressões faciais como recursos de sentido. Do ponto de vista docente, a mediação pedagógica passou de um modelo centrado em perguntas diretivas para uma postura mais dialógica e responsiva, que legitimou as vozes dos alunos e promoveu a construção coletiva de sentidos. O MDG da roda de conversa, sistematizado nesta pesquisa, delineou etapas e dimensões ensináveis que podem subsidiar o planejamento docente e contribuir para o ensino intencional da oralidade no Ensino Fundamental. Conclui-se que o trabalho com gêneros orais, desenvolvido de modo planejado e fundamentado, reduz a invisibilidade da oralidade nos currículos, potencializa práticas pedagógicas críticas e humanizadoras e fortalece o papel da linguagem como instrumento de transformação das relações em sala de aula, contribuindo para a diminuição da lacuna de materiais teóricos e didáticos, voltados aos gêneros orais e fortalecendo a formação docente para o trabalho com este eixo de ensino e pesquisa.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.programMestrado Profissional em Letras (ProfLetras)pt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectRoda de conversapt_BR
dc.subjectCapacidade de linguagem multissemióticapt_BR
dc.subjectOralidadept_BR
dc.subjectMDGpt_BR
dc.subjectConversation circlept_BR
dc.subjectMultimodal language capacitypt_BR
dc.subjectOralitypt_BR
dc.subjectDGMpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpt_BR
dc.titleUm olhar para os gêneros indispensáveis – e invisíveis – que constituem o fazer docente: indícios de ampliação de capacidades de linguagem a partir de uma sequência didática com o gênero a roda de conversapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Appears in Collections:Mestrado Profissional em Letras - PROFLETRAS (Dissertações)



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