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dc.contributor.advisor1Laterza, Mateus Camaroti-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1293412832671580pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Martinez, Daniel Godoy-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3612223055224485pt_BR
dc.contributor.referee1Andrade, Diana de Medeiros-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0989146747379387pt_BR
dc.contributor.referee2Lima, Jorge Roberto Perrout de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6713501085856524pt_BR
dc.creatorFortes, Mirele Caroline da Rocha-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3294712194691114pt_BR
dc.date.accessioned2026-02-13T16:29:57Z-
dc.date.available2026-02-13-
dc.date.available2026-02-13T16:29:57Z-
dc.date.issued2025-12-09-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20262-
dc.description.abstractIntroduction: Women with a history of preterm birth have a higher risk of developing hypertension throughout life. In the general population, exaggerated hemodynamic responses to mental stress may precede the development of hypertension; however, it is unclear whether this behavior occurs in women with a history of preterm birth in the absence of cardiovascular disease. Objective: To compare the blood pressure and vascular responses of women with and without a history of preterm birth, free of cardiovascular disease, during a mental stress protocol. Methods: This cross-sectional study included 48 women, 16 with a history of preterm birth and 32 with term birth. Clinical blood pressure was assessed and recorded after ten minutes of rest using a sphygmomanometer. After this evaluation, participants underwent a mental stress protocol using the Stroop Color Word Test, consisting of 3 minutes of baseline followed by 3 minutes of mental stress. Throughout the protocol, blood pressure was continuously monitored minute-by-minute using an oscillometric method, and forearm blood flow was assessed using venous occlusion plethysmography (Hokanson®), four times per minute. Forearm vascular conductance was calculated as the ratio between forearm blood flow and mean arterial pressure, multiplied by 100 and expressed in arbitrary units. Data are presented as mean ± standard deviation. Student’s t test was used to compare age between groups. For comparison of variables during the mental stress protocol, baseline was defined as the mean of the three recorded minutes and compared with the minute-by-minute values obtained during the test. All variables were analyzed using a two-way repeated-measures ANOVA (group × time). A p value ≤ 0.05 was considered statistically significant. Results: Women with preterm birth and those with term birth were similar regarding age (35±6 vs. 34±5 years, p = 0.771) and heart rate (72±6 vs. 69±9 bpm, p = 0.217), respectively. Women with preterm birth exhibited significantly higher clinical systolic blood pressure (118±10 mmHg vs. 110±9 mmHg; p = 0.011) and diastolic blood pressure (70±7 mmHg vs. 66±6 mmHg; p = 0.050) compared with women who had term births. During mental stress, all variables—blood pressure, heart rate, forearm blood flow, and forearm vascular conductance—increased significantly and similarly compared with baseline. No statistical differences were observed between women with preterm or term birth from rest to stress for any of these variables. Conclusion: Women with a history of preterm birth exhibit higher resting clinical blood pressure but preserved blood pressure and vascular responses during mental stress.pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: Mulheres com histórico de parto prematuro apresentam maior risco de desenvolver hipertensão ao longo da vida. Na população geral, respostas hemodinâmicas exacerbadas frente ao estresse mental podem preceder o desenvolvimento de hipertensão, porém não está claro se esse comportamento ocorre em mulheres com parto prematuro na ausência de doença cardiovascular. Objetivo: Comparar a resposta pressórica e vascular de mulheres com e sem histórico de parto prematuro, sem doença cardiovascular, durante protocolo de estresse mental. Métodos: Estudo transversal com 48 mulheres, sendo 16 com parto prematuro e 32 com parto a termo. A pressão arterial clínica foi avaliada e registrada após dez minutos de repouso por esfigmomanômetro. Após essa avaliação foi realizado o protocolo de estresse mental, via teste intitulado Stroop Color Word Test, composto de 3 minutos de basal seguidos de 3 minutos de estresse mental. Durante todo esse protocolo a pressão arterial foi monitorada por método oscilométrico, minuto a minuto, e o fluxo sanguíneo do antebraço foi avaliado pela pletismografia de oclusão venosa (Hokanson®), quatro vezes por minuto. A condutância vascular do antebraço foi calculada pela razão entre o fluxo sanguíneo do antebraço e a pressão arterial média, multiplicada por 100 e expressa em unidades. Os dados são expressos em média±desvio padrão da média. O teste t de Student foi utilizado comparação da variável idade entre os grupos. Para comparação das variáveis entre os grupos durante o protocolo de estresse mental, o basal foi considerado como a média entre os três minutos registrados e comparados com os valores minuto a minuto obtidos durante o referido teste. Para todas as variáveis foram realizadas análises por ANOVA de dois fatores para medidas repetidas (grupo × tempo). E, para todas as análises estatísticas foi considerado como diferença estatística quando o valor de p foi menor ou igual a 0,05. Resultados: As mulheres que tiveram parto prematuro e as que tiveram parto a termo foram semelhantes para as variáveis idade (35±6 vs. 34±5 anos, p = 0,771) e frequência cardíaca (72±6 vs. 69±9 bpm, p = 0,217), respectivamente. As mulheres que tiveram parto prematuro apresentaram valores significativamente maiores para pressão arterial sistólica clínica (118±10 mmHg vs. 110±9 mmHg; p = 0,011) e diastólica (70±7 mmHg vs. 66±6 mmHg; p = 0,050) quando comparadas as mulheres que tiveram parto a termo. Durante o estresse mental, todas as variáveis, pressão arterial, frequência cardíaca, fluxo sanguíneo do antebraço e condutância vascular do antebraço aumentaram significativamente e similarmente em relação ao basal. Nenhuma diferença estatística foi observada entre as mulheres com parto prematuro e a termo, do repouso ao estresse, para todas essas variáveis. Conclusão: Mulheres com histórico de parto prematuro apresentam maior pressão arterial clínica em repouso, porém respostas pressóricas e vasculares preservadas durante o estresse mental.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educação Físicapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educação Físicapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectTrabalho de parto prematuropt_BR
dc.subjectPressão arterialpt_BR
dc.subjectEndotélio vascularpt_BR
dc.subjectWomenpt_BR
dc.subjectPremature birthpt_BR
dc.subjectBlood pressurept_BR
dc.subjectVascular endotheliumpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApt_BR
dc.titleResposta hemodinâmica e vascular durante o estresse mental em mulheres com histórico de parto prematuropt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Educação Física (Dissertações)



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