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dc.contributor.advisor1Pinheiro, Hélady Sanders-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.contributor.advisor-co1Reboredo, Maycon de Moura-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.contributor.referee1Pinheiro, Bruno do Valle-
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.contributor.referee2Freitas, Tainá Veras de Sandes-
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.creatorSertório, Emiliana Spadarotto-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.dopt_BR
dc.date.accessioned2023-05-04T16:09:03Z-
dc.date.available2023-05-04-
dc.date.available2023-05-04T16:09:03Z-
dc.date.issued2023-03-23-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/15345-
dc.description.abstractEven though regular physical activity is a recommendation for kidney transplant recipients, results from ADHERE Brazil study revealed a high prevalence of physical inactivity (69.1%). The design of strategies for tackling this behavior depends on a broader identification of barriers in this population. We identified multilevel, in 2 levels (patient and transplant center) factors associated with physical inactivity in kidney transplant recipients. This is a cross-sectional and multicenter design, a subproject of ADHERE Brazil study which included 20 kidney transplant centers and 1,105 kidney transplant recipients (data collection: Dec/15 to Jun/17). Using a multistage sampling method, based on the geographical region (South/Southeast and North/Northeast/MidWest) and transplant activity of the centers, patients were proportionally and randomly selected. Physical activity was assessed by questionnaire, the Brief Physical Activity Assessment Tool, and we adopted the World Health Organization (WHO) (2010) definition to classify kidney transplant recipients as inactive (<150min/week) or active (>150min/week). Following Bronfenbrenner´s ecological model, we analyzed multilevel factors associated with physical inactivity by sequential logistic regression. Results: In the sample of 1105 patients, 58.5% were male, 51.4% were white, and the mean age was 47.6±12.6 years. Most reported having a stable partner (59.9%), had a family income higher than the reference salary (74.6%) and had at least 8 years of study (85.1%). Most patients had hemodialysis (93%) before transplantation, had been at least 5 years since transplantation (51.2%) and received an organ from a deceased donor (65.2%). The diagnosis of hypertension was frequent (72.2%) and 18.7% of patients were obese. Factors associated with physical inactivity were at patient level: familiar income >1 reference wage (OR 0.66; CI 95% 0.48-0.90; p=0.01), student (OR 0.58; CI 95% 0.37-0.92; p=0.019), smoking (OR 2.43; CI 95% 0.97-6.06; p=0.058), obesity (OR 1.79; CI 95% 1.26-2.55; p<0.001), peripheral vascular disease (OR 3.18; CI 95% 1.20-8.42; p=0.021), post-transplant hospitalizations >3 (OR 1.58; CI 95% 1.17-2.13; p=0.003); at center level: physical educator as part of the team (OR 0.54; CI 95% 0.46-0.64; p<0.001), teaching hospital (graduation students) (OR 1.47; CI 95% 1.01-2.13; p=0.041). This is the first multicenter study evaluating physical inactivity and associated multilevel factors (patient level and meso level) in Brazilian kidney transplant recipients and one of the largest samples evaluating physical activity after kidney transplantation. Our results suggest we need multilevel strategies, beyond those directed to patient´s characteristics, for reducing physical inactivity after kidney transplantation.pt_BR
dc.description.resumoEmbora a atividade física (AF) regular seja uma recomendação para receptores de transplante renal (TxR), resultados do estudo ADERE Brasil revelaram alta prevalência de inatividade física (69,1%). O desenvolvimento de estratégias para o enfrentamento desse comportamento depende de uma identificação mais ampla das barreiras a AF nessa população. O objetivo desse trabalho foi identificar fatores multiníveis, em 2 níveis (paciente e centro transplantador), associados à inatividade física em transplantados renais brasileiros. É um estudo transversal e multicêntrico, subprojeto do ADERE Brasil, que incluiu 20 centros de TxR e 1.105 pacientes transplantados renais (coleta de dados: dezembro/15 a junho/17). Utilizando um método de amostragem multiestágio, baseado na região geográfica (Sul/Sudeste e Norte/Nordeste/Centro-Oeste) e na atividade de transplante dos centros (número de transplantes/ano, nos últimos 5 anos), os pacientes foram selecionados de forma aleatória e proporcional ao número de pacientes acompanhados em cada centro participante. A AF foi avaliada através de um questionário adaptado, o Brief Physical Activity Assessment Tool, e os pacientes foram classificados conforme a orientação de 2010 da Organização Mundial de Saúde (OMS), em inativos se praticassem menos de 150 min/semana de AF ou ativos se praticassem pelo menos 150 min/semana de AF. Seguindo o modelo ecológico de Bronfenbrenner, analisamos os fatores multiníveis (nível do paciente e nível meso) associados à inatividade física por meio de regressão logística sequencial. Na amostra de 1.105 pacientes, 58,5% eram do sexo masculino, 51,4% eram brancos, e a média de idade foi 47,6±12,6 anos. A maioria referia ter parceiro estável (59,9%), tinha renda familiar maior do que o salário de referência (74,6%) e ao menos 8 anos de estudo (85,1%). A maior parte dos pacientes fez hemodiálise (93%) antes do transplante, tinha pelo menos 5 anos desde o transplante (51,2%) e recebeu órgão de doador falecido (65,2%). O diagnóstico de hipertensão foi frequente (72,2%) e 18,7% dos pacientes eram obesos. Os fatores associados à inatividade física foram, no nível do paciente: renda familiar >1 salário mínimo (OR 0,66; IC 95% 0,48-0,90; p=0,01), ser estudante (OR 0,58; IC 95% 0,37- 0,92; p=0,019), tabagismo (OR 2,43; IC 95% 0,97-6,06; p=0,058), obesidade (OR 1,79; IC 95% 1,26-2,55; p<0,001), doença vascular periférica (OR 3,18; IC 95% 1,20- 8,42; p=0,021), internações pós-transplante >3 (OR 1,58; IC 95% 1,17-2,13; p=0,003); no nível meso (centro transplantador): educador físico como parte da equipe (OR 0,54; IC 95% 0,46-0,64; p<0,001), hospital universitário (com graduandos) (OR 1,47; IC 95% 1,01-2,13; p=0,041). Este é o primeiro estudo multicêntrico avaliando inatividade física e fatores multiníveis associados em transplantados renais brasileiros e uma das maiores amostras avaliando AF após o TxR. Nossos resultados sugerem que precisamos de estratégias multiníveis, além das direcionados às características do paciente, para reduzir à inatividade física após o TxR.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicinapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Saúde Brasileirapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectAtividade físicapt_BR
dc.subjectTransplante renalpt_BR
dc.subjectAderência ao tratamentopt_BR
dc.subjectDoença renal crônicapt_BR
dc.subjectAnálise multinívelpt_BR
dc.subjectEstudo multicêntricopt_BR
dc.subjectPhysical activitypt_BR
dc.subjectKidney transplantationpt_BR
dc.subjectTreatment adherence and compliancept_BR
dc.subjectChronic kidney failurept_BR
dc.subjectMultilevel analysespt_BR
dc.subjectMulticenter studiespt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.titleFatores associados à inatividade física em transplantados renais brasileiros: subprojeto do estudo multicêntrico ADERE Brasilpt_BR
dc.typeTesept_BR
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